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Empresário que hostilizou funcionário que apoiou Lula é condenado a pagar R$ 200 mil

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Empresário que hostilizou funcionário que apoiou Lula é condenado a pagar R$ 200 mil, no Ceará TRT 7ª Região O empresário condenado pela Justiça do Trabalho do Ceará por hostilizar um ex-funcionário que apoiou o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) deve pagar cerca de R$ 201 mil à vítima.

O valor inclui R$ 10 mil de indenização por danos morais, e o restante é referente a verbas rescisórias, como salário atrasado, férias, FGTS, entre outras.

A sentença condenatória foi confirmada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em março deste ano, mas o valor ainda vai passar por revisão na Corte.

Depois, o acórdão deve ser enviado para o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, em Fortaleza, onde a sentença deve ser executada. ➡️ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Segundo os autos do processo, o funcionário era contratado como faxineiro pela empresa do réu, que do é ramo farmacêutico.

O faxineiro tinha, na carteira de trabalho, um salário de R$ 1.412.

Ele contou que trabalhava para o empresário desde 2002, mas só foi contratado oficialmente em 2014.

O empregado alegou que ficou sem receber salário entre dezembro de 2023 e abril de 2024.

Ele parou de trabalhar com o empresário em maio daquele ano.

Ao reclamar dos atrasos salariais, era hostilizado pelo patrão com frases como “vá pedir ao Lula” ou “faça o L".

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Apesar de ser contratado da empresa, ele passava a maior parte do tempo realizando tarefas domésticas na casa do empresário, como limpeza, preparo de refeições, pequenos reparos, jardinagem e lavagem de veículos.

O funcionário relatou, no processo, ainda, que o empregador associava as dificuldades financeiras do funcionário ao fato de ele ter votado em Lula para presidente.

O empregador também chegou a dizer que um assalto sofrido pelo filho do empregado era “merecido” por causa do voto no petista.

Embora o colaborador não tenha apresentado provas documentais do assédio moral, o próprio empresário admitiu o comportamento discriminatório em depoimento à Justiça, além de ter assumido, indiretamente, que ele trabalhava mais do que a carga horária permitida.

Confusão patrimonial Justiça mantém condenação a empresário do Ceará que mandou funcionário com salário atrasado ‘fazer o L e pedir ao Lula’ Divulgação No processo, a Justiça apontou que, apesar de contratado pela empresa, o faxineiro realizava quase todas as atividades na casa do patrão, portanto sua ocupação era eminentemente de

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