Rotina de ataques se mantém no Oriente Médio
Israel mata chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã Enquanto os dois lados não chegam a um cessar-fogo, a rotina de ataques se mantém no Oriente Médio..
A escalada militar no Oriente Médio ganhou força nesta segunda-feira (6).
Israel ampliou os ataques contra o Irã.
Em Teerã, novas explosões em alvos ligados ao governo iraniano foram atingidos, segundo Israel.
A imprensa oficial confirmou a morte do chefe da inteligência da Guarda Revolucionária.
Majid Khademi era um dos principais responsáveis por operações de segurança e contraespionagem.
A morte provocou um raro comentário do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei.
Em uma rede social, ele afirmou que a ação não irá interromper a luta iraniana.
O ministro da Defesa Israel Katz disse que o país vai continuar a caçar os líderes iranianos um a um.
No final da manhã, o ministro anunciou um outro ataque.
Desta vez, contra o maior complexo petroquímico do Irã, em Asaluyeh.
Katz declarou que as duas principais instalações do Irã estão fora de operação.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que Israel está mais forte do que nunca e que o Irã está mais fraco do que nunca.
A Agência Internacional de Energia Atômica voltou a denunciar ataques aéreos muito próximos à usina nuclear de Bushehr, no Irã.
O diretor-geral da agência, Rafael Grossi, avisou que esse tipo de ataque representa um risco real à segurança nuclear e precisa parar.
Os contra-ataques iranianos no domingo (5) mataram quatro pessoas na cidade de Haifa, norte de Israel.
Dois corpos foram encontrados nesta segunda-feira (6).
Um míssil atingiu um prédio de apartamentos.
Em Petah Tikva, destroços de mísseis acertaram também uma área residencial.
Em Tel Aviv, um drone atingiu um arranha-céu.
Imagens mostram crianças e famílias correndo para se proteger em Tel Aviv e regiões próximas, após um alerta de mísseis.
Pessoas buscavam abrigo à beira da rodovia.
Rotina de ataques se mantém no Oriente Médio Jornal Nacional/ Reprodução No Líbano, novos ataques de Israel.
Em Beirute, nuvens de fumaça voltaram a ser vistas.
E morados inspecionaram os danos causados pelos ataque de domingo (5) em várias cidades.
O número de mortos subiu para 15.
O presidente do Líbano defendeu uma solução diplomática e disse que apresentou um plano de cessar-fogo, sem resposta de Israel.
Os novos envolvidos, os houthis, reforçaram os ataques a Israel.
Um porta-voz militar do grupo extremista disse que os houthis realizara
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