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Agredido duas vezes em 3 dias, cão comunitário é internado e moradores pedem retorno; 'Spike' foi ferido com madeira com pregos

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Cão comunitário é agredido duas vezes em 3 dias no RS Enquanto a Polícia Civil investiga, a equipe veterinária da Universidade de Caxias do Sul (UCS) faz o tratamento do Spike, um cão comunitário que foi agredido duas vezes em três dias no município da Serra Gaúcha.

Após o caso de maus-tratos, moradores da comunidade pedem o retorno do animal.

O cachorro foi atacado em dois episódios distintos na última semana.

Na noite de quarta-feira (1º) , foi agredido com um pedaço de madeira com pregos.

Três dias depois, no sábado (4), ele voltou a ser alvo de agressões: ele foi atingido por pedras, que teriam sido arremessadas por três adolescentes.

Não se sabe se os episódios têm ligação. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp De acordo com a prefeitura de Caxias do Sul, os moradores da rua sem saída no bairro Rio Branco, onde Spike ficava, estão pedindo o retorno do cão comunitário.

O Departamento de Proteção Animal (DPA) ainda irá analisar a situação de Spike quando assim que ele receber alta.

O objetivo é encontrar um morador do local que possa adotá-lo, a fim que não volte a viver na rua. “Quando nós transformamos um cachorro da comunidade em comunitário, a gente coloca uma casinha com a placa identificando que ele é um cão comunitário, que ele não pode ser retirado do local.

Uma pessoa da comunidade fica responsável por aquele cachorro ou gato”, explica a coordenadora do DPA, Elisa Zanolla.

Animais vítimas de maus-tratos no município são encaminhados para o hospital da UCS em virtude de um convênio mantido com a prefeitura.

Agora, Spike terá um cadastro junto ao departamento.

Ele está sendo tratado, receberá as devidas vacinas e foi colocado um microchip para que possa ser monitorado. “Fica sob nossa responsabilidade.

Por exemplo: se um cachorro for atropelado, eles (a comunidade) ligam para nós, temos o cadastro e ficamos responsáveis por ir atender e tratar ele.

Quando ele tiver alta, for curado e puder voltar para a comunidade, nós devolvemos.

Alguns ficamos deficientes, velhinhos ou com alguma lesão que impeça o retorno.

Nesse caso, ou não devolvemos, ou conversamos com alguém da comunidade que acaba criando um vinculo e possa adotar”, afirma Elisa.

Apesar dos ferimentos, Spike não corre risco de vida.

Antes de ser alvo de pedradas, o cão foi vítimas de agressão com um pedaço de madeira com pregos.

As agressões teriam sido tão fortes que a madeira se partiu, segundo o DPA.

De acordo com a equipe veterinário que atendeu o animal, ele se re

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