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Chef italiano suspeito de fraudes aguarda extradição após ser preso em Fortaleza

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Chef de restaurante em Fortaleza é preso pela PF por fraudes na Itália O chef de cozinha italiano Fabio Mattiuzzo segue preso no Ceará e aguarda autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para ser extraditado.

Ele foi detido em Fortaleza por fraudes cometidas em seu país de origem.

Depois da autorização do STF, Mattiuzzo deve passar por extradição passiva - quando a autoridade requerente vem buscar o preso no Brasil, segundo informações repassadas pela Polícia Federal (PF).

Ou seja, policiais da Itália vêm a Fortaleza para levá-lo para o país europeu. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O chef atuou em restaurantes de Fortaleza, ficando responsável por pratos da culinária francesa e italiana.

Ele teve a prisão determinada pelo ministro Flávio Dino, do STF, no dia 9 de março deste ano.

LEIA TAMBÉM: Quem é o chef italiano preso pela Polícia Federal em Fortaleza por fraudes na Europa Chef de restaurante preso em Fortaleza era procurado pela Interpol e desviou mais de 96 mil euros, diz PF Antes da prisão, o chef atuava em um restaurante de culinária francesa localizado na área nobre de Fortaleza.

Em 2023, ele esteve à frente da cozinha de um restaurante italiano, também na mesma região da capital.

Nas redes sociais do chef, uma entrevista com ele revela que já trabalhou em cozinhas na Itália, França, Suíça e Espanha, aprendendo sobre a cultura gastronômica destes países.

Mattiuzzo contou, também, que veio a Fortaleza após receber um convite em 2014.

Na cidade, ele conheceu uma brasileira, com quem se casou.

Além de ter comandado cozinhas de restaurantes diferentes na capital cearense nos últimos anos, o chef também era chamado para eventos especiais, como jantares de empresas, associações e lideranças locais.

Fraudes na Itália Chef italiano que trabalhava em Fortaleza é preso pela Polícia Federal Reprodução Mattiuzzo estava na lista de procurados da Interpol desde junho de 2025.

Ele possui duas condenações na Itália que somam mais de 5 anos de prisão pelo crime de falência fraudulenta agravada.

De acordo com o processo ao qual o g1 teve acesso, o chef era diretor de duas empresas na Itália que faliram após sofrerem grandes prejuízos entre 2009 e 2011.

Ele é acusado de desviar dinheiro das companhias para pagar despesas pessoais.

Em um dos casos, o desvio foi de mais de 96 mil euros.

A Justiça italiana também aponta que Mattiuzzo ocultou e destruiu livros e documentos contábeis das companhias.

A decisão destaca ainda que os crime

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