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Pratinho da Cidade 2000 é opção para comemorar o aniversário de 300 anos de Fortaleza

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Pratinho atrai clientes para a praça da Cidade 2000 Se o cearense fosse pedir algo para comer e celebrar os 300 anos de Fortaleza, o pratinho seria uma das principais opções.

A iguaria é uma das comidas de rua mais lembradas e vendidas pelos fortalezenses.

Uma pesquisa identificou que um dos locais mais citados, quando falamos do pratinho, é a Praça da Cidade 2000, conhecida como um polo gastronômico e localizada na Regional 7. 🍽️ O que tem no pratinho?

A base costuma ser de duas formas: Baião de dois ou arroz branco.

Os cremes de vatapá (de frango ou camarão) e de galinha são indispensáveis.

Também é tradicional o uso de paçoca (farofa de carne de sol), carne de sol acebolada e linguiça calabresa.

Como acompanhamentos, adiciona-se batata palha e saladas. 🎉 A cidade de Fortaleza completa 300 anos no dia 13 de abril de 2026.

O g1 Ceará publica uma série de reportagens contemplando histórias e curiosidades de todas as regionais até a data do aniversário da capital cearense.

Além de um polo gastronômico, a Regional 7 abriga muitos ecossistemas, como o das Dunas, na Sabiaguaba; e o costeiro, na Praia do Futuro.

Ainda cabe o Parque do Cocó, no bairro homônimo.

No total, são 11 bairros dentro dessa regional.

Também estão inclusos: Edson Queiroz, Guararapes, Luciano Cavalcante, Manuel Dias Branco, Praia do Futuro I, Praia do Futuro II, Salinas e Sapiranga/Coité.

Criado para mensurar a qualidade de vida de uma região, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Cidade 2000 é de 0,56.

Abaixo do indicador do Brasil, que marca 0,78.

Em comparação com os outros bairros da Regional 7, a Cidade 2000 só fica atrás do Cocó (0,76) e de Guararapes (0,77).

Pratinho tradicional com arroz, paçoca e vatapá.

Divulgação A importância do pratinho Também chamado de “pratim”, o pratinho ocupa praças e calçadas em Fortaleza, observando-se um misto de relações sociais, econômicas e culturais entre as pessoas que o vendem e os consumidores, ao longo das últimas décadas, como destaca Izakeline Ribeiro, mestre em gastronomia pela UFC. “O que mais me chama atenção é a representatividade que o pratinho tem para Fortaleza. É um patrimônio”, destaca Izakeline.

Se antes a iguaria era vendida apenas em festas juninas, o ponto de venda do Pratinho da Linda, na cidade 2000, mostra o contrário: o ponto fica aberto durante todo o ano para atender a demanda dos clientes - entre cearenses, outros brasileiros e estrangeiros.

Lindomar Nepomuceno, dona da barraca, está há 15 anos na

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