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Quem eram pai, filho e enteado que morreram em acidente entre carro e caminhão na BR-354 em MG

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Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, e o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3 Reprodução/Redes Sociais Adeilson Trindade do Nascimento, de 34 anos, o filho Guilherme Henrique Trindade, de 3, e o enteado Alan Rodrigues Nogueira, de 17, não resistiram ao acidente na BR-354, em Campos Altos, no Alto Paranaíba.

A mãe dos meninos, Tatiane Nogueira, também de 34 anos, estava grávida, foi socorrida em estado grave, mas teve a gestação interrompida.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o acidente ocorreu por volta das 15h de sábado (4), no km 349 da rodovia.

A família estava em um veículo conduzido por Adeilson quando bateu na traseira de um caminhão-tanque. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Triângulo no WhatsApp Emocionada, a manicure Lucilene Rodrigues, que é tia do adolescente, a família tenta encontrar palavras para descrever a dor da perda.

Segundo ela, ficou sabendo do acidente por uma cunhada e, sem muitos detalhes, começou uma busca por informações. “A gente foi de hospital em hospital, procurando por eles.

Eu não queria acreditar”, disse a manicure.

A confirmação veio apenas depois, quando o marido retornou do local do acidente. “Ali meu mundo acabou”.

As mortes foram confirmadas ainda no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Após a perícia, os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Araxá, também no Alto Paranaíba.

Família morre em acidente na BR-354 em Campos Altos PMRv/Divulgação Uma família cheia de vida Ainda segundo Lucilene, Alan tinha uma má formação no cérebro, mas era cheio de vida. “Ele era muito importante para nós, muito cheio de gracinha”, contou.

E nos últimos anos, a família comemorava cada conquista. “Já fazia uns cinco anos que ele tinha começado a andar sozinho.

Era uma alegria tão grande”, disse a tia.

Do mesmo modo, o pequeno Guilherme foi lembrado como uma criança doce e cativante. “Ele tinha um brilho surreal, era muito esperto, inteligente, muito carinhoso”, ressaltou Lucilene.

Já o motorista do carro, Adeilson, foi descrito com carinho pela manicure. “Ele era muito atencioso com eles.

A gente agradece muito a Deus por ter colocado ele nas nossas vidas”, afirmou.

Conforme a Lucilene, a única sobrevivente é Tatiane, que estava grávida de seis meses.

Ela já está consciente e recebeu a notícia das mortes recentemente. “A Tati está consciente.

Ontem ela ficou sabendo.

Agora a gente está aguardando a cirurgia d

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