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Caiado, Tebet, Moro, Pacheco: veja políticos que trocaram de partido para disputar a eleição

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erminaram no início de abril a janela partidária e o prazo para quem pretende se candidatar estar filiado a um partido e com domicílio eleitoral no estado em que vai disputar a eleição.

Na reta final do prazo, foram registradas várias movimentações envolvendo nomes conhecidos e pré-candidaturas à Presidência, aos governos estaduais e ao Congresso.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD para ser candidato ao Planalto.

O senador Sergio Moro, que também estava no União Brasil, migrou para o PL e se reaproximou do bolsonarismo para disputar o governo do Paraná.

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, continua no PL, mas trocou o domicílio eleitoral do Rio para Santa Catarina e deve ser candidato ao Senado.

No campo governista, a ministra Simone Tebet deixou o MDB após 30 anos para ingressar no PSB e tentar uma vaga no Senado em uma chapa com o PT em São Paulo.

Em Minas Gerais, estado considerado estratégico na campanha presidencial, o senador Rodrigo Pacheco trocou o PSD pelo PSB e pode se lançar candidato a governador com apoio do presidente Lula (PT).

As trocas também refletem disputas regionais e alinhamentos nacionais, redesenhando o cenário político a seis meses do início da campanha eleitoral.

Veja alguns: Ronaldo Caiado (PSD) Ronaldo Caiado, governador de Goiás Hellenn Reis/Alego O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, trocou de partido no começo do ano numa aposta para ser candidato a presidente, por entender que esse caminho estava bloqueado no União Brasil.

Foi para o PSD de Gilberto Kassab, que àquela altura tinha outros dois nomes na disputa: Ratinho Junior e Eduardo Leite.

Após a desistência do favorito Ratinho, Caiado foi o escolhido.

Ao lançar sua pré-candidatura, em março, vendeu-se como uma opção na direita a Flávio Bolsonaro, mas disse que um de seus primeiros atos seria anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Simone Tebet (PSB) Ministra do Planejamento, Simone Tebet, fala em coletiva de imprensa sobre o bloqueio do Orçamento e elevação do IOF Diogo Zacarias/MF Após quase 30 anos de MDB, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, migrou para o PSB em março.

A mudança foi articulada para que ela dispute uma vaga ao Senado por São Paulo, atendendo a um convite direto de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Tebet tem trajetória ligada ao agro e fez carreira em Mato Grosso do Sul.

Ela se aproximou de Lula no segundo turno da campanha de 2022, após ficar

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