Motoristas de ônibus intermunicipais e metropolitanos paralisam viagens no RN
Motoristas de ônibus intermunicipais fazem paralisação no RN Motoristas de ônibus que operam linhas intermunicipais e que atendem a região metropolitana de Natal realizaram uma paralisação na manhã desta segunda-feira (6).
O protesto afetou o transporte de passageiros em várias regiões do estado durante a manhã.
De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Júnior Rodoviário, o movimento foi motivado pelo aviso feito pelas empresas aos trabalhadores de que pagariam salários de forma parcelada em março. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp O sindicato ainda alega que parte das empresas realizaram demissões, mas não garantiram o pagamento dos direitos previstos para recisão de contrato aos trabalhadores. “Eles colocam um aviso que não sabe quando vai pagar.
Mandaram aviso para os trabalhadores, sem comunicação com o sindicato, que iam parcelar esse pagamento de uma forma escalonada, sem discussão com os trabalhadores”, afirmou o sindicalista.
Motoristas de ônibus paralisam atividades na Rodoviária de Natal Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi Segundo o sindicato, quase 400 carros ficaram parados ao longo da manhã.
Uma fila de veículos estacionados foi vista na Rodoviária de Natal.
Segundo Júnior Rodoviário, os trabalhadores não paralisaram na última sexta-feira (3), por respeito aos usuários que viajavam para aproveitar o feriado de Páscoa com suas famílias. “Uma empresa demite 50 trabalhadores sem previsão dessas rescisória e aí compra uma briga.
Se é para prejudicar todo mundo, vamos para a luta, garantir os direitos, porque trabalhador tem que receber suas verbas essenciais”, acrescentou.
Empresas alegam dificuldades A proposta de parcelamento dos salários foi confirmada ao g1 por Eudo Laranjeiras, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor) e do sindicato que representa as empresas no Rio Grande do Norte.
Ele alega que as empresas passam por dificuldades causadas principalmente pelo aumento do preço do óleo díesel, em cerca de 30%, ao longo das últimas semanas.
De acordo com ele, o combustível é o insumo mais caro na operação do sistema de transporte. “Ou a gente ou paga o óleo ou paga o motorista.
Quer dizer, eu posso pagar o motorista parcelado, mas o óleo diesel, para chegar, eu tenho que pagar.
Se eu tiver motorista, tiver tudo no lugar, mas não tiver o diesel, não rodo.
Eu também entendo que o profissional tem que receber, mas a gente queria parcelar esse salário
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