Diretor Gabriel Villela transforma casa histórica às margens de Furnas em refúgio criativo do teatro brasileiro: 'A vida dói menos aqui'
Diretor Gabriel Villela transforma casa histórica às margens de Furnas em refúgio criativo Em meio às paisagens de Carmo do Rio Claro (MG), uma casa com quase dois séculos de história se transformou em muito mais do que um patrimônio de família: virou um ponto de encontro para a criação artística. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram 📺 Até o dia 10 de abril, o g1 Sul de Minas e a EPTV percorrem o Lago de Furnas na expedição especial “Travessia das Águas”, que mostra a dimensão, a importância econômica e as histórias de quem vive da água em torno do maior reservatório de água doce do Sudeste e um dos maiores do Brasil.
Além das reportagens especiais no portal e de conteúdos exibidos nos telejornais da EPTV, é possível acompanhar os bastidores da expedição em um diário de bordo em tempo real. 📹 Acompanhe em tempo real os bastidores da viagem Inspirada na arquitetura colonial do período do ciclo do ouro, a residência, que carrega memórias que atravessam gerações, hoje abriga ensaios, oficinas e encontros de grandes nomes das artes cênicas.
A construção original pertenceu aos avós do idealizador do espaço, o diretor artístico Gabriel Villela.
Parte dela foi reconstruída e ampliada a partir dos anos 1990.
O projeto nasceu com um propósito claro: criar um ambiente de trabalho para artistas, longe dos grandes centros urbanos, mas cercado por inspiração natural. “Eu queria uma casa prática para receber atores e ensaiar”, explica o diretor. 🏡 Casa quase bicentenária em Carmo do Rio Claro (MG) foi transformada em um espaço de criação artística 🎭 Idealizada pelo diretor Gabriel Villela, a residência virou um refúgio criativo longe dos grandes centros urbanos 🏛️ Arquitetura inspirada no período do ciclo do ouro, preservando memória e identidade histórica Diretor Gabriel Villela transforma casa histórica às margens de Furnas em refúgio criativo do teatro brasileiro Lorena Lemos/g1 A relação com o Lago de Furnas também faz parte dessa história.
A formação da represa, na década de 1960, impactou diretamente a família, que teve terras submersas e foi indenizada. “Lembro do meu avô recebendo as maletas de dinheiro; era o pagamento das terras que ficaram submersas”, conta Villela.
Com o tempo, a casa passou a receber grupos inteiros de teatro.
Montagens importantes começaram a ganhar forma ali, como adaptações de clássicos de William Shakespeare e do poeta João Cabral de Melo Neto.
Ensaios de espetáculos como “Morte e Vida Severina” reuniram elencos
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