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Polícia indicia filhas por feminicídio da mãe que teve corpo deixado em rio no Tocantins

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Quem era Deise Carmem, mulher que foi morta e teve o corpo jogado em rio As filhas da servidora pública e empresária Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, foram indiciadas pela suspeita de planejar uma emboscada e matar a própria mãe.

O marido também foi indiciado.

Segundo a Polícia Civil, o núcleo familiar era marcado por desentendimentos relacionados ao controle e à administração de recursos financeiros.

Deise Carmen desapareceu logo após o Natal de 2025.

O corpo foi encontrado no dia 1º de janeiro de 2026, em estado avançado de decomposição, boiando no Rio Santa Tereza.

Na ocasião, um morador da região viu o corpo e chamou os bombeiros.

De acordo com o delegado João Paulo Sousa Ribeiro, responsável pela investigação, as filhas Déborah de Oliveira Ribeiro e Roberta de Oliveira Ribeiro viam a mãe como um “obstáculo” para acessar os bens da família.

A investigação apontou que elas compraram um celular no nome da mãe.

Após matarem a vítima, usaram o aparelho para enviar mensagens aos parentes, fingindo que Deise tinha ido embora por conta própria.

A estratégia serviu para atrasar as buscas e enganar a polícia.

O marido, José Roberto Ribeiro, foi indiciado por ter atuado na eliminação de registros relevantes após o crime.

As filhas e o marido estão presos preventivamente desde fevereiro.

Em nota, a defesa dos suspeitos informou que tomará todas as medidas legais cabíveis, assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude (leia a íntegra da nota abaixo).

Deise Carmem de Oliveira Ribeiro tinha 55 anos Reprodução/Gurupi Memes 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Suspeito de executar pecuarista em 2022 no interior do Tocantins é preso Padrinho é preso suspeito de estuprar afilhada de 10 anos Homem morre após batida entre motos em Araguaína Dinâmica do crime No dia 26 de dezembro de 2025, a vítima foi levada para uma área rural perto da Vila Quixaba, onde foi morta com vários golpes de faca.

Depois, o corpo foi jogado no Rio Santa Tereza para esconder o cadáver. “A investigação demonstrou, de forma consistente, a premeditação e a atuação conjunta das investigadas, que utilizaram inclusive meios tecnológicos para tentar ocultar o crime”, destacou o delegado.

O inquérito foi conduzido pela 94ª Delegacia de Polícia de Peixe, com apoio da 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Gurupi.

O caso foi encaminhado para Justiça e será analisado pelo Ministério

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