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Sindicato dos professores aciona Justiça após classe ter plano de saúde suspenso no Amazonas por falta de pagamento

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Plano de saúde de professores tem atendimentos suspensos no AM por atraso de repasses O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) entrou com uma ação na Justiça, nesta segunda-feira (6), para obrigar o Estado do Amazonas a restabelecer o plano de saúde dos servidores da educação.

Segundo a entidade, o serviço foi suspenso por falta de pagamento do governo, deixando trabalhadores e dependentes sem atendimento médico.

A ação é do tipo civil pública e inclui pedido de decisão urgente.

O sindicato afirma que a interrupção do plano afeta diretamente a saúde dos servidores, que ficaram sem acesso a consultas, exames e tratamentos.

De acordo com o processo, a operadora responsável pelo plano notificou o Estado sobre uma dívida superior a R$ 52 milhões.

No documento, a empresa informou que poderia suspender os atendimentos em até 24 horas caso os débitos não fossem regularizados. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Na prática, segundo o Sinteam, o serviço já apresenta falhas.

Servidores relatam dificuldades para marcar consultas, e o sistema de agendamento aparece como indisponível, orientando a busca por outros canais.

Para o sindicato, isso mostra que o atendimento foi interrompido.

A entidade argumenta que a situação é grave e coloca em risco a saúde dos trabalhadores, já que pode interromper tratamentos e agravar doenças.

Por isso, pede que a Justiça determine a retomada imediata do plano.

No pedido, o sindicato solicita que o Estado: Restabeleça o plano de saúde Garanta a continuidade dos atendimentos Não suspenda novamente o serviço Pague multa em caso de descumprimento O Sinteam também informou que não tem interesse em audiência de conciliação, por considerar que o caso é urgente e envolve o direito à saúde.

Na ação, o sindicato defende que a interrupção do serviço viola a Constituição, que garante o acesso à saúde, e fere o dever do poder público de manter serviços essenciais em funcionamento.

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O sindicato diz que a dívida do governo com a operadora é de cerca de R$ 52 milhões, acumulada em oito meses de atraso.

Um documento enviado à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) aponta inadimplência de R$ 52.296.123,06, com faturas vencidas desde 2022.

A suspensão atingiu prof

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