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Mulher é assassinada em casa e SC soma ao menos 2 feminicídios no fim de semana

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Polícia Militar de SC Polícia Militar de SC Uma mulher de 36 anos foi morta a facadas em casa no sábado (4), na comunidade do Papaquara, em Florianópolis.

De acordo com a Polícia Militar, o companheiro da vítima é apontado como autor do crime.

Este foi ao menos o segundo feminicídio registrado no fim de semana em Santa Catarina.

Na capital, o caso ocorreu por volta das 10h.

A PM encontrou o suspeito do crime, de 32 anos, com machucados provocados por agressões feitas por moradores.

Durante a entrevista, ele confessou a autoria e foi detido. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Também no sábado, uma mulher de 67 anos foi encontrada morta em casa no interior de São Domingos, no Oeste de Santa Catarina.

A vítima foi identificada como Ana Leda Santoro, de 67 anos.

O suspeito também era companheiro da vítima e foi capturado e preso.

Segundo a Polícia Civil, familiares relataram que, por volta das 5h, o marido de Ana telefonou para a filha do casal e afirmou ter cometido o crime.

Após a ligação, a família acionou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

O corpo de Ana foi encontrado com sinais de morte violenta, com suspeita de estrangulamento.

Em buscas pelo suspeito, as autoridades encontraram o homem em uma área de mata, no interior de Irati.

Ele foi preso e encaminhado à delegacia.

A vítima foi identificada como Ana Leda Santoro, de 67 anos, e a Polícia Civil investiga o caso como feminicídio.

Reprodução/Redes sociais Feminicídios em SC Até fevereiro de 2026, Santa Catarina contabilizou 8 feminicídios.

Já entre 2020 e 2024, segundo o Mapa do Feminicídio, divulgado pelo Ministério Público no fim de março deste ano, foram 335 mulheres mortas por conta da violência de gênero no estado.

Deste total, 71% das vítimas foram assassinadas por companheiros ou ex‑companheiros.

Os dados também indicam maior incidência entre mulheres com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos e baixa escolaridade — evidenciando barreiras de acesso à justiça e aos mecanismos de proteção.

Ao identificar padrões, fatores de risco e impactos sociais associados aos crimes, o estudo também demonstrou que, embora os números absolutos sejam mais elevados em cidades maiores, o risco proporcional de mulheres serem vítimas de feminicídio é maior em municípios menores, onde os chamados “corredores do fenômeno feminicida” foram identificados (veja números abaixo).

O feminicídio está previsto no artigo 121-A do Código Penal.

O entendimento começou a valer

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