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'Pascoareta': tradição criada por avô no interior de SP reúne mais de 100 parentes há 50 anos na Páscoa

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‘Pascoareta’: tradição criada por avô no interior de SP reúne familiares há 50 anos Uma família do interior de São Paulo mantém viva, há mais de meio século, uma tradição criada pelo patriarca Saturnino Castro, conhecido carinhosamente como “Vozão”.

O encontro, realizado todos os anos durante o feriado de Páscoa, reúne mais de 100 parentes em quatro dias de convivência, celebração e memória familiar. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp ‘Pascoareta’ da família Castro em 2024 Arquivo pessoal Os Castro têm origem em Adamantina (SP), mas atualmente estão espalhados por diversas regiões do Brasil e até fora do país.

Entre os locais onde a família está presente estão Jaú, São Paulo, Lençóis Paulista, Pederneiras e Macatuba, além do Distrito Federal, Alagoas, Rondônia, Paraná e até a Flórida, nos Estados Unidos.

Mesmo com a distância, filhos, netos, bisnetos e parentes por afinidade se reencontram anualmente na chamada “Pascoareta”, nome que acabou se tornando símbolo da união da família.

A reunião acontece sempre durante o feriado prolongado da Páscoa, escolhido pela facilidade de deslocamento e pelos custos mais acessíveis em comparação ao Natal.

Foto coletiva da família Castro na “Pascoareta” de 2025 Arquivo pessoal Apesar do nome, a celebração não tem caráter religioso.

O objetivo principal é fortalecer os laços familiares e preservar a memória dos antepassados.

Em 2026, a edição será realizada em Dois Córregos (SP), em uma chácara alugada com mais de 20 suítes para acomodar netos, bisnetos, tios, primos, filhos e os “agregados”, como a própria família chama os parentes por afinidade.

Em entrevista ao g1, Paulo Castro, Fernanda Castro e Alexandra Castro, netos de Saturnino, explicaram que a tradição começou na década de 1970, após um pedido feito pelo avô aos filhos. “Meu avô, Saturnino, dizia que os filhos podiam casar com quem quisessem, mas fazia questão de que a família se reunisse.

No começo era no Natal, mas ficou caro e difícil conciliar as datas.

Aí a Páscoa virou o momento ideal, e o apelido ‘Pascoareta’ acabou ficando”, contou Paulo Castro. “O nome pegou e hoje a gente reúne de 50 a 100 pessoas, todos descendentes do Vozão”, completou Fernanda.

Primos da família Castro reunídos na páscoa de 1973 Arquivo pessoal Caminhada virtual Um dos momentos mais emocionantes da Pascoareta moderna é a caminhada simbólica virtual, tradição iniciada em 2024.

A proposta é que cada familiar registre as caminhadas feitas no dia a dia e,

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