Abril Azul: Cabeleireira adapta salão para atender crianças com TEA no Acre
No Acre, cabeleireira adapta salão para atender crianças com TEA A ida a um salão de beleza pode ser desafiador para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), por conta de fatores como o barulho da tesoura, o toque e a luz, que podem causar desconforto.
Por isso, um estabelecimento de Rio Branco adaptou seu funcionamento para atender o público com TEA.
A dedicação ocorre desde o acolhimento e segue até o fim dos procedimentos feitos por lá, como explica a proprietária Miriam Cruz. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp “Quando ela [criança] chega no meu espaço, combinamos, eu e a mãe, uma forma de abordar, de não ser muito truculenta com a criança.
Então, sentamos, eu bato um papo com a mãe, finjo que estou cortando um cabelo e vou inserindo aos poucos as crianças e vou conquistando a confiança dela”, explica.
Cabeleireira adapta salão para atender crianças com TEA no Acre Reprodução/Rede Amazônica Acre Segundo Miriam, esta adaptação teve início quando uma mãe não avisou que o filho era uma criança atípica.
Como haviam muitas pessoas no salão, a cabeleireira percebeu o incômodo dela ao estar em um ambiente barulhento. “A partir disso criei toda uma estratégia para que isso não acontecesse mais”, complementa a profissional sobre a iniciativa.
O mês de abril tem como foco a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), por meio da campanha Abril Azul.
Neste período, é preciso refletir sobre o atendimento de crianças com TEA, que exige mais do que técnica, pois é necessário paciência, sensibilidade e respeito ao tempo de cada criança.
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O objetivo é fazer a criança se sentir segura durante o atendimento.
Adaptação e respeito Uma das mães que leva a filha ao salão é a Nazaré Almeida, mãe da Maria Júlia, que tem TEA.
Segundo ela, antes de encontrar a Miriam, todo o processo de modelar o cabelo da filha era feito em casa.
Porém, a Maria Júlia não se adaptava. “Tentamos dois [salões], até então a Maj
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