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10 governadores e 10 prefeitos de capitais renunciam para serem candidatos na eleição

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Dez governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos para disputar outros cargos na eleição deste ano, como exige a lei, segundo levantamento do g1.

O prazo de desincompatibilização terminou na noite de sábado (4), a seis meses do primeiro turno.

A regra é válida para quem ocupa cargos no Poder Executivo, com o objetivo de evitar o uso da máquina pública em favor das candidaturas. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Entre os governadores que renunciaram, dois são pré-candidatos à Presidência da República — Romeu Zema e Ronaldo Caiado —, e oito devem disputar o Senado, que neste ano vai renovar 54 das 81 cadeiras.

Veja os nomes e clique sobre eles para saber mais: Acre: Gladson Cameli (PP) Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB) Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) Goiás: Ronaldo Caiado (PSD) Mato Grosso: Mauro Mendes (União) Minas Gerais: Romeu Zema (Novo) Pará: Helder Barbalho (MDB) Paraíba: João Azevêdo (PSB) Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL) Roraima: Antonio Denarium (PP) Quando o governador deixa o cargo, o vice assume e pode ser candidato a um novo mandato. É o que deve acontecer na maioria dos estados.

No Rio de Janeiro, há uma situação diferente: como Cláudio Castro estava sem vice, que foi nomeado para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, haverá uma nova eleição para um mandato-tampão até o fim do ano.

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se será uma eleição direta, com votos dos eleitores, ou indireta, em que somente os deputados estaduais podem votar.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A saída do cargo não confirma a candidatura, mas é uma condição exigida.

A oficialização só ocorrerá em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Infográfico - Veja quais governadores renunciaram para disputar outro cargo nas eleições de 2026.

Arte/g1 Governadores que podem tentar a reeleição não precisam deixar o cargo enquanto são candidatos.

O mesmo vale para o presidente Lula (PT).

São eles: Amapá: Clécio Luís (União) Bahia: Jerônimo Rodrigues (PT) Ceará: Elmano de Freitas (PT) Mato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PP) Pernambuco: Raquel Lyra (PSD) Piauí: Rafael Fonteles (PT) Santa Catarina: Jorginho Mello (PL) São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos) Sergipe: Fábio Mitidieri (PSD) Há também os governadores que vão concluir o mandato e decidiram não disputar a eleição.

Alagoas: Paulo Dantas (MDB) Amazonas: Wilson Lima (União) Maranh

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