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Chef de restaurante preso em Fortaleza era procurado pela Interpol e desviou mais de 96 mil euros, diz PF

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Chef de restaurante em Fortaleza é preso pela PF por fraudes na Itália O chef de cozinha italiano Fabio Mattiuzzo, detido em Fortaleza por fraudes cometidas em seu país de origem, estava na lista de procurados da Interpol desde junho de 2025 e é acusado de desviar mais de 96 mil euros, aponta inquérito da Polícia Federal.

A prisão do italiano foi determinada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 9 de março deste ano, e tem como objetivo a extradição do chef.

Ele possui duas condenações na Itália que somam mais de 5 anos de prisão pelo crime de falência fraudulenta agravada.

LEIA TAMBÉM: Chef de restaurante em Fortaleza é preso pela PF por fraudes na Itália Zelador é morto a tiros dentro de condomínio em Fortaleza O italiano era chef de um restaurante de culinária francesa localizado na área nobre de Fortaleza.

De acordo com a PF, a prisão do italiano foi realizada no dia 13 de março. “O Supremo Tribunal Federal (STF) expediu mandado de prisão preventiva para fins de extradição, cumprido pela PF.

O detido permanecerá à disposição do STF, responsável pelo processo de extradição”.

O g1 procurou a PF para mais atualizações sobre a prisão e onde Mattiuzzo está detido, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Chef italiano que trabalhava em restaurante em Fortaleza é preso pela PF Reprodução Italiano dirigiu duas empresas que faliram De acordo com o processo, ao qual o g1 teve acesso, o chef era diretor de duas empresas na Itália que faliram após sofrerem grandes prejuízos entre 2009 e 2011.

Ele é acusado de desviar dinheiro das companhias para pagar despesas pessoais.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em um dos casos, o desvio foi de mais de 96 mil euros.

A Justiça italiana também aponta que o chef ocultou e destruiu livros e documentos contábeis das companhias.

Na decisão do ministro Flavio Dino, que determinou a prisão preventiva do italiano para que possa ocorrer a extradição, são destacados os fatos atribuídos a Mattiuzzo.

Veja: especialmente entre 24 de novembro de 2009 e 03 de junho de 2010, o procurado FABIO MATTIUZZO desviou um total de 96.118,51 euros da empresa Armani S.r.l. para fins pessoais, ocultando e destruindo registros e livros (contábeis) relevantes, tendo, por esses fatos, sido submetido a investigação iniciada em 2018 (procedimentos 3138/2018 RGNR) e condenado inicialmente em 29 de outubro de 2020, por sentença exarada pelo Tribunal Criminal de Verona, posteriormente reformada por

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