O que se sabe sobre a queda do avião de deixou quatro mortos no RS (e o que falta saber)
Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS Por volta das 10h38 da Sexta-feira Santa, em 3 de abril, um avião de pequeno porte caiu e se chocou contra um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
As quatro pessoas a bordo da aeronave morreram.
Imagens registradas por câmeras de segurança da prefeitura captaram o momento em que o avião cai.
Em seguida, é registrada uma explosão. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Testemunhas que presenciaram a fatalidade relatam que a explosão decorrente do choque da aeronave com o restaurante causou “um cogumelo de fogo para cima”.
O trajeto Infográfico - Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS Arte/g1 O avião decolou de Itápolis, município do noroeste paulista, em direção ao Rio Grande do Sul.
A aeronave ainda fez escala na cidade de Forquilha, em Santa Catarina, para abastecer.
De acordo com o proprietário da aeronave, Allan Peluzzi, dono da Peluzzi Aviation, empresa de venda e aluguel de aviões, o modelo Piper Jetprop DLX estava se deslocando para Capão da Canoa para ser vendido.
O voo que acabou em tragédia seria uma demonstração da aeronave aos futuros donos.
Essa era a primeira vez do casal em um avião deste tipo.
Conforme a Brigada Militar, a aeronave “estaria voando em baixa altitude, momento em que passou a perder altura e veio a cair”.
As vítimas Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes Reprodução/Redes sociais Nenhum dos quatro ocupantes da aeronave resistiu ao impacto.
As vítima foram identificadas como os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, que eram casados, o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
O casal de empresários atuava no setor de eventos e ficou conhecido pela organização de feiras comerciais voltadas ao segmento têxtil.
Juntos, eles não tiveram filhos em comum, mas formavam uma família com filhos de relacionamentos anteriores.
Déborah era mãe de trigêmeos, e Luis, pai de um filho.
Naturais de Ibitinga (SP), cidade reconhecida nacionalmente como a Capital Nacional do Bordado, eles viveram por muitos anos no município antes de se mudarem para Xangri-lá (RS), onde passaram a desenvolver parte dos negócios na cidade vizinha Capão da Canoa.
O casal estava à frente de uma feira itinerante inspirada na tradicional Feira do Bordado de Ib
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