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Ataque perto de usina nuclear no Irã amplia temor de desastre em meio à escalada da guerra

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Usina nuclear iraniana reprodução/TV Globo O regime do Irã atacou, neste sábado (4), áreas residenciais de países do Oriente Médio.

E acusou Israel e Estados Unidos de bombardearem áreas próximas à uma usina nuclear.

A usina nuclear de Bushehr fica no sul do território iraniano e opera com tecnologia russa.

O Irã afirma que essa é a quarta vez, desde o começo da guerra, que a área em volta da usina é atingida por explosivos.

Um funcionário morreu e a Rússia, que dá apoio operacional ao complexo, determinou a retirada de quase 200 trabalhadores.

O governo iraniano acusa os Estados Unidos e Israel de estarem por trás do ataque.

Mas os dois países, até o momento, não se manifestaram.

A Agência Internacional de Energia Atômica informou que foi notificada e que não houve aumento nos níveis de radiação.

Rafael Grossi, diretor da agência, expressou profunda preocupação com o incidente.

Disse que instalações nucleares não podem nunca ser atacadas e cobrou que, no local, as atividades militares sejam restritas.

Israel e Estados Unidos hoje mantiveram a ofensiva contra alvos no Irã.

Um ataque no norte da capital, Teerã, atingiu uma universidade.

O ministro da Ciência do país visitou os escombros e disse que os inimigos vivem na Idade das Pedras, por atacarem instituições de ensino.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que os bombardeios deste sábado se concentraram na indústria petroquímica do Irã.

Segundo os militares israelenses, os alvos eram instalações que fabricavam materiais para explosivos.

De acordo com a imprensa estatal do Irã, pelo menos cinco pessoas morreram e 170 ficaram feridas no complexo petroquímico atingido.

Israel também atacou o Líbano, que abriga bases do grupo extremista Hezbollah, financiado pelo regime iraniano.

Escombros são na cidade de Tiro — no sul do país.

Na capital, as explosões destruíram um posto de gasolina, que fica no subúrbio de Beirute.

O conflito já forçou o deslocamento de um quinto da população libanesa.

Mais de 1300 pessoas foram mortas.

O Ibrahim é tio de uma das vítimas.

Contou que a casa dele foi atingida. “Lá não tinha armas, nem foguetes. Éramos quatro famílias vivendo ali”, diz.

Na Europa, os governos continuam botando pressão por uma saída negociada.

E por enquanto, descartam uma operação militar para reabrir o estreito de Ormuz.

Cerca de 2 mil embarcações continuam paradas no Golfo Pérsico, sem conseguir atravessar.

O Irã tem liberado pouquíssimas embarcações.

Desde o c

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