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Após mordida, turista volta a Fernando de Noronha e mergulha com tubarões: ‘Não senti medo’

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Após mordida, turista volta a Noronha e mergulha com tubarões A advogada Tayane Dalazen, mordida por um tubarão-lixa em janeiro em Fernando de Noronha, retornou à ilha no feriado de Páscoa.

Neste domingo (5), ela voltou a mergulhar com tubarões no mesmo local do incidente. “Não senti medo.

Fiquei em uma área segura”, relatou (veja vídeo acima).

O mergulho em apneia (sem equipamentos) foi feito em frente à Associação de Pescadores, no Porto de Santo Antônio.

Ela estava acompanhada do condutor de visitantes Erivaldo Alves da Silva, conhecido como Nego Noronha. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 Tayane voltou a mergulhar com tubarões no Porto de Santo Antônio Nego Noronha/Reprodução A turista detalhou como foi o mergulho. “Encontrei vários tubarões-lixa, grandes.

Meu coração não acelerou, fiquei só observando.

Dessa vez, os animais estavam no fundo, e precisei mergulhar cerca de cinco metros para vê-los, sem trauma”, falou.

LEIA TAMBÉM: ‘Grudou na minha perna’, diz advogada mordida por tubarão em Fernando de Noronha ‘Tubarão-lixa é espécie tranquila’, diz pesquisadora após turista ser mordida em Fernando de Noronha Ela também surfou na Cacimba do Padre bem perto dos tubarões. “Os surfistas sabem que ali exige atenção e deve ser evitada a região mais rasa.

Por isso, quando a onda chegava, eu voltava para o fundo”, explicou.

Moradora de São Paulo, Tayane revelou o motivo do retorno. “Fernando de Noronha sempre me fascinou, e o incidente não mudou isso.

Tive essa certeza ao retornar.

Não senti lembranças ruins nem receio.

Pelo contrário, me sinto conectada com o ambiente”, afirmou.

A viagem também foi uma comemoração. “Aproveitei o feriado e antecipei a comemoração do meu aniversário, que é quinta-feira (8).

Não poderia escolher lugar melhor”, declarou.

Incidente Vídeo mostra momento da mordida de tubarão em advogada em Fernando de Noronha Recuperação Após o incidente, que ocorreu no dia 9 de janeiro (veja vídeo acima), a visitante foi atendida no Hospital São Lucas, na ilha.

Ela levou apenas dois pontos por causa do risco de contaminação.

Nesse tipo de ferimento, a cicatrização deve ocorrer de dentro para fora.

Tayane afirmou que teve uma recuperação rápida. “Foi muito tranquila.

Em 50 dias, já tinha retomado todas as atividades, inclusive o surfe, sem risco de infecção”, disse.

A advogada falou que não pretende remover a cicatriz da mordida. “Carrego a marca com naturalidade.

Não quero retirar, porque faz parte da minha história”, afir

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