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Padrasto suspeito de matar menina envenenada diz que também passou mal após jantar

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Padrasto suspeito de envenenar enteada que morreu vai continuar preso, decide Justiça Ronaldo Alves de Oliveira, preso suspeito de matar a enteada envenenada durante um jantar em Alto Horizonte, região norte de Goiás, disse à polícia que também passou mal após a refeição.

No documento, obtido com exclusividade pela TV Anhanguera, o suspeito diz que vomitou por diversas vezes depois que Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, já estava no hospital.

Em nota, a defesa de Ronaldo disse que recebeu a notícia da prisão com naturalidade e, por acreditar que ele é inocente, orientou que ele se apresentasse espontaneamente à delegacia, justamente para colaborar com os esclarecimentos (veja o pronunciamento completo ao fim da reportagem).

Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, morreu no sábado (28), envenenada horas após o jantar que teve com a família.

O irmão mais novo da menina, de 8 anos, também passou mal e segue internado no Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), apresentando melhora progressiva. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O padrasto de Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, está preso suspeito de envenená-la Reprodução/TV Anhanguera O depoimento que Ronaldo deu à polícia aconteceu no dia do crime, quando ele foi ouvido como testemunha.

Segundo a defesa, Ronaldo vomitou 10 vezes durante o trajeto entre Alto Horizonte e Uruaçu, quando estava a caminho do hospital em que o enteado estava internado e que foi submetido à atendimento médico na mesma noite. “Ele estava de carona com uma tia do garoto e chegou a vomitar 10 vezes durante o trajeto, isso foi relatado à autoridade policial pela própria tia da criança.

Ronaldo foi submetido a atendimento médico na mesma noite”, afirmou o advogado.

Na mesma ocasião, disse também que nunca manuseou e sequer sabe o aspecto do veneno conhecido popularmente como chumbinho, encontrado no arroz dentro da casa da família e que também matou quatro gatos que comeram os restos descartados no quintal.

Veneno no arroz Segundo Nábia Rosa Pimenta, mãe das crianças, a família jantou arroz, feijão e carne moída.

Após a refeição, as crianças foram para o quarto dormir e horas depois, a menina começou a chorar com dores na barriga. “Eu entrei lá no quarto, aí ela tava chorando. ‘Mãe, minha barriga tá doendo’.

E ela geladinha.

Eu vi que ela não tava normal.

Ela falou assim: ‘Mãe, eu não tô aguentando, me leva pro hospital’”, relatou Nábia Rosa Pimenta, em entrevista exclusiva à TV Anhanguera.

Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, mo

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