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Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês

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Médicos criam aplicativo com IA para orientar pais sobre cuidados na primeira infância Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho.

Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.

Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.

A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade.

A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas. “Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança.

Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.

Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais. “O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.

Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento.

Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma.

Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês Reprodução/PEGN Inteligência artificial com curadoria médica O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências.

Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.

O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da I

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