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Chef de restaurante em Fortaleza é preso pela PF por fraudes na Itália

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Chef italiano que trabalhava em restaurante em Fortaleza é preso pela PF Reprodução O chef de cozinha italiano Fabio Mattiuzzo foi detido, em Fortaleza, pela Polícia Federal no último mês de março por fraudes cometidas em seu país de origem.

A prisão foi determinada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 9 de março deste ano, e tem como objetivo a extradição do chef.

Mattiuzzo estava na lista de procurados da Interpol desde junho de 2025.

Ele possui duas condenações na Itália que somam mais de 5 anos de prisão pelo crime de falência fraudulenta agravada.

O italiano era chef de um restaurante de culinária francesa localizado na área nobre de Fortaleza.

O g1 procurou a PF para mais informações sobre a prisão e onde Mattiuzzo está detido, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Italiano dirigiu duas empresas que faliram De acordo com o processo, ao qual o g1 teve acesso, o chef era diretor de duas empresas na Itália que faliram após sofrerem grandes prejuízos entre 2009 e 2011.

Ele é acusado de desviar dinheiro das companhias para pagar despesas pessoais.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em um dos casos, o desvio foi de mais de 96 mil euros.

A Justiça italiana também aponta que o chef ocultou e destruiu livros e documentos contábeis das companhias.

Na decisão do ministro Flavio Dino, que determinou a prisão preventiva do italiano para que possa ocorrer a extradição, são destacados os fatos atribuídos a Mattiuzzo.

Veja: especialmente entre 24 de novembro de 2009 e 03 de junho de 2010, o procurado FABIO MATTIUZZO desviou um total de 96.118,51 euros da empresa Armani S.r.l. para fins pessoais, ocultando e destruindo registros e livros (contábeis) relevantes, tendo, por esses fatos, sido submetido a investigação iniciada em 2018 (procedimentos 3138/2018 RGNR) e condenado inicialmente em 29 de outubro de 2020, por sentença exarada pelo Tribunal Criminal de Verona, posteriormente reformada por decisão do Tribunal de Apelação de Veneza e, 30 de setembro de 2021, tendo o trânsito em julgado ocorrido em 14 de janeiro de 2022, com pena definitiva imposta de 3 anos de prisão por falência fraudulenta agravada. particularmente entre 20 de outubro de 2010 e 28 de setembro de 2011, o procurado FABIO MATTIUZZO, em colaboração com Valerio Gianluca Locatelli, desviou da empresa S.A.P.

S.r.l. bens de capital, mobiliário e um caminhão da marca Nissan, para fins pessoais, ocultando e destruindo registros e livros (cont

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