Como o tarifaço de Trump remodelou o comércio global
rump durante anúncio do tarifaço em abril de 2025 Carlos Barria/Reuters Em 2 de abril de 2025, Donald Trump surpreendeu o mundo ao anunciar a “independência econômica” dos Estados Unidos, com a imposição de tarifas de importação a todos os países.
Desde então, o presidente americano tem se mostrado disposto a manter a medida, mesmo com a Suprema Corte questionando a legalidade do tarifaço. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?
Mande para o g1 A DW analisou dados comerciais sobre a origem das importações dos EUA ao longo do último ano para entender os efeitos das tarifas de Trump.
Como o mundo vem se ajustando a essa nova ordem econômica?
E quem está se beneficiando dessas mudanças?
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Como falas de Trump mexem no preço do petróleo — e como ele reage com respostas do Irã 2 de abril de 2025: Casa Branca anuncia as tarifas do “Dia da Libertação” No anúncio do tarifaço, no chamado “Dia da Libertação”, a Casa Branca informou que todos os países — com algumas exceções devido a sanções e acordos comerciais pré-existentes — seriam submetidos a uma sobretaxa básica de 10% sobre todas as importações.
Além disso, 85 países que exportam mais para os EUA do que importam seriam alvo de tarifas mais altas, que chegavam a até 50%. “Não acho que as pessoas esperavam que o governo dos EUA basicamente declarasse uma guerra comercial contra o mundo inteiro”, afirma Haishi Li, economista da Universidade de Hong Kong, cuja pesquisa se concentra em como tarifas e sanções afetam o comércio global.
O impacto foi imediato, e os mercados financeiros globais despencaram.
Enquanto Trump insistia publicamente que “as grandes empresas não estão preocupadas com tarifas”, o governo americano decidiu, em 9 de abril, fazer uma pausa de 90 dias em todas as tarifas acima da taxa básica de 10%.
Durante essa suspensão, diversos parceiros comerciais, como União Europeia, Vietnã e Reino Unido, correram para negociar acordos comerciais na tentativa de reduzir as tarifas anunciadas.
As negociações com a China permaneceram tumultuadas nos meses seguintes, com rodadas de ameaças de tarifas recíprocas que chegaram a até 125%.
Após múltiplas extensões de última hora da pausa de 90 dias, as tarifas específicas por país entraram em vigor em 7 de agosto de 2025.
O Brasil acabou sendo penalizado com uma tarifa adicional de 40%.
Isso elevou para 50% a alíquota extra imposta às exportações brasileiras a partir de 6 de agosto.
A sobretaxa, porém, foi revertid
原文链接: G1
