O que se sabe e o que falta saber sobre a morte da mulher trans encontrada em apartamento no Centro de SP
Polícia investiga morte de mulher trans em apartamento no Centro de SP A mulher trans Renata Almeida Dutra, de 43 anos, foi encontrada morta pela própria mãe, na terça-feira (31), dentro de seu apartamento na rua Augusta, no Centro da capital.
A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita.
Renata vivia em Paris, na França, havia mais de 20 anos e costumava vir ao Brasil para visitar a família.
Desta vez, ela havia chegado em novembro e pretendia ficar alguns meses em São Paulo.
Imagens de câmeras de segurança indicam que o namorado de Renata foi a última pessoa a sair do apartamento.
Até a última atualização da reportagem, ele não era considerado suspeito pela polícia.
A polícia também analisa imagens de câmeras de segurança e apura o desaparecimento de objetos pessoais da vítima.
Veja o que se sabe e o que falta saber: Como a vítima foi encontrada?
Há algum suspeito?
Quem foi a última pessoa a sair do apartamento?
Algum objeto foi levado do apartamento?
A cirurgia plástica que ela realizou tem alguma relação com o caso?
O que diz a SSP?
Renata tinha 43 anos e morava há 20 anos na França.
Montagem/g1/Arquivo pessoal Como a vítima foi encontrada?
Renata foi encontrada já sem vida dentro do apartamento pela mãe, Maria.
Ela estava com o rosto inchado e tinha uma marca roxa no antebraço direito, segundo o boletim de ocorrência.
Na segunda-feira, a mãe foi até o apartamento levar comida para a filha, que havia passado por uma cirurgia plástica no rosto, um lifting, no dia anterior.
Esta foi a última vez que ela viu Renata.
No dia seguinte, após tentar contato pelo celular com a filha diversas vezes, ela decidiu ir até o imóvel.
Ao entrar, encontrou Renata morta e ligou para a polícia.
Há algum suspeito?
Até o momento, não há suspeitos oficialmente confirmados.
A Polícia Civil trata o caso como morte suspeita.
Segundo a família, há dois meses Renata mantinha um relacionamento casual com um homem.
Eles não moravam juntos.
A mãe da vítima afirmou que desconfia que ele possa ter envolvimento no caso, mas ressaltou que não quer fazer acusações sem provas. “Eu acho que ele fez alguma coisa com a minha filha.
Não quero julgar ele.
Minha filha tinha coração de ouro”, disse Maria.
O namorado de Renata foi preso no dia seguinte à morte dela, mas por outro crime, de furto, de acordo com a polícia.
Ele também teria uma extensa ficha criminal.
Renata Almeida Dutra foi encontrada morta dentro de apartamento na rua Augusta.
Arquivo pesso
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