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Acre institui Dia de Combate ao Feminicídio em memória de servidora assassinada a tiros em Rio Branco

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Lei homenageia Sara Araújo de Lima, assassinada em 2020 pelo marido Reprodução Uma lei publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na última quinta-feira (2) institui o Dia de Combate ao Feminicídio no Acre, a ser celebrado todos os anos em 13 de abril.

A data foi escolhida em referência ao assassinato da servidora pública Sara Araújo de Lima, morta a tiros em 2020, em Rio Branco.

A Lei nº 4.791, de 1º de abril de 2026, inclui a data no Calendário Oficial de Eventos do Estado e tem como foco ampliar o debate e a conscientização sobre a violência contra a mulher. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo o texto, de autoria do deputado estadual Afonso Fernandes, o objetivo é ‘promover a conscientização da sociedade sobre a gravidade do Feminicídio’ e incentivar ações de prevenção e enfrentamento ao crime.

O estado acreano, inclusive, detém a maior taxa de assassinatos contra mulheres em 2025.

A nova legislação estabelece que o Dia de Combate ao Feminicídio deve servir como instrumento de mobilização social e institucional.

Entre os objetivos estão fomentar o debate público, incentivar políticas de proteção às mulheres e apoiar campanhas educativas e ações de sensibilização.

Acre teve 14 feminicídios em 2025 LEIA TAMBÉM: Acre tem maior taxa de feminicídios do país em 2025 Acre tem o ano mais letal desta década para mulheres Em 2020, Acre registrou 6.775 chamados por violência doméstica pelo número de emergência O texto também prevê o estímulo a parcerias entre o poder público, instituições de ensino, organizações da sociedade civil e entidades privadas para o desenvolvimento de atividades voltadas à erradicação do feminicídio.

Além disso, a lei autoriza o Poder Executivo a promover eventos, campanhas e ações alusivas à data por meio dos órgãos competentes.

Servidora de hospital no AC é morta a tiros quando chegava para trabalhar e companheiro é principal suspeito Arquivo pessoal Quem foi Sara?

Sara Araújo de Lima tinha 38 anos e era servidora administrativa da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), onde trabalhava há mais de uma década.

Ela foi assassinada a tiros na manhã do dia 13 de abril, no estacionamento da unidade de saúde, quando chegava para trabalhar.

De acordo com a Polícia Militar (PM-AC), o principal suspeito foi o então marido, Jorge Alberto Franco Filho, de 48 anos, que também era servidor da unidade.

O crime ocorreu após uma discussão entre os dois.

Sara foi atingida por três disparos na região do peito e morreu no loc

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