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Mãe relata medo após filha ser agredida por alunos em escola municipal de Tatuí: 'Ameaçaram furar ela com uma pinça', diz mãe

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Emef ‘Ayrton Senna da Silva’, em Tatuí (SP) Reprodução/Google Street View Uma família de Tatuí (SP) registrou um boletim de ocorrência após uma adolescente de 14 anos ser agredida por três alunas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) “Ayrton Senna da Silva”, conhecida como Nebam.

Em nota, a prefeitura afirma que o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

A situação aconteceu no dia 24 de março, no entanto, as imagens foram enviadas ao g1 nesta sexta-feira (3).

A mãe, que preferiu não se identificar, relatou que as agressões começaram após um desentendimento entre a filha e uma das supostas agressoras. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp “Recebi uma ligação da diretora dizendo que eu deveria ir à escola pois haviam agredido a minha filha.

Cheguei lá bem nervosa.

Ela estava com mordidas nos braços e ameaçaram furar ela com uma pinça pois ela havia supostamente falado mal da outra menina, o que não aconteceu”, afirma.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A mãe alega que, durante todo o período das importunações, a filha esteve trancada na sala de aula com as outras estudantes.

Além das agressões físicas, a menina também foi xingada pelo grupo. “A menina pegou a minha filha pelos cabelos e começou a bater, só que ela já praticou esportes envolvendo luta.

Ela começou a bater na cabeça da garota para se defender.

As duas saíram grudadas uma na outra da sala de aula e ninguém da escola tentou separar”, pontua.

Desde então, a adolescente não tem ido às aulas da instituição por medo de ser agredida novamente.

A mulher solicitou à direção que as responsáveis pela agressão fossem transferidas de turno, já que a filha obrigatoriamente estuda no período da manhã por ser diagnosticada por dermatite atópica e, por isso, não pode sair no sol à tarde. “Me disseram que não separaram a briga pois ’não podem por a mão em um aluno’.

Quando me contaram tudo o que aconteceu, a diretora falou que somente suspendeu as alunas, ou seja, elas retornariam às aulas depois de um período”, detalha. “Minha filha não está estudando desde então e nenhum registro formal do que aconteceu foi feito na diretoria da escola.

Precisei chamar uma viatura e fazer um boletim de ocorrência na porta da escola.

Até o policial ficou indignado com a falta de posicionamento e pediu para reforçar o boletim na delegacia.

Minha filha está com medo de voltar para a escola e ser agredida de novo”, complementa.

Família alega que menina foi agredida dentro d

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