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Marabá completa 113 anos: mineração, educação e oportunidades impulsionam desenvolvimento da cidade no Pará

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Marabá completa 113 anos Marabá celebra neste domingo (5) 113 anos de emancipação política, consolidando-se como uma das maiores economias do Pará, rica em minério.

A cidade, originada do extrativismo, tornou-se referência em educação superior no sudeste paraense, atraindo estudantes de fora.

Nos últimos cinco anos, conforme dados do IBGE, o município supera o estado em percentual de pessoas com ensino superior completo: 11,72% contra 10,58% no Pará.

Sara Guerra, de Imperatriz (MA), estabilizou-se em Marabá após ingressar em engenharia mecânica na Unifesspa; o talento chamou atenção de um frigorífico, permitindo carreira local em vez de ir para fora do país.

Thawanny Gomes, moradora, realizou o sonho da medicina na UEPA e, com a professora, desenvolveu pesquisa para surdos aprenderem manobras de salvamento, premiada em congresso mundial de cardiologia.

Bruna Soares é engenheira de materiais em empresa produtora de laços longos.

Ela priorizou ficar na terra natal ao surgir oportunidade local.

Já Neiclesio Ibiapina, aniversariante junto com a cidade, coordena projetos na mesma empresa, destacando o rico potencial mineral da região.

Raelly Silva construiu carreira na manutenção da Estrada de Ferro Carajás (inaugurada em 1985, transporta 170 milhões de toneladas de minério/ano), graças ao ensino superior e empregos gerados em Marabá.

Todos esses moradores escolheram viver na cidade que possui a quarta maior economia paraense, com PIB nominal de R$ 13 bilhões.

Marabá une mineração, logística e universidades para reter talentos.

Profissionais como Sara, Thawanny, Bruna, Neiclesio e Raelly exemplificam como a cidade evoluiu, permitindo carreiras sem migração.

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