Menino morto por picada de escorpião recebeu soro antiveneno mais de 4 horas após acidente; polícia investiga negligência
Menino morto por picada de escorpião recebeu soro antiveneno mais de 4 horas após acidente O menino de 3 anos que morreu após ser picado por escorpião recebeu o soro antiescorpiônico mais de 4 horas depois do acidente, segundo relato do pai.
Bernardo de Lima Mendes foi picado na noite de terça (31), em Conchal (SP), e morreu na manhã de quarta (1º), após ser transferido para Araras.
A Secretaria Estadual de Saúde afirma que crianças de até 10 anos necessitam de tratamento em até uma hora e meia após a picada.
De acordo com o Instituto Butantan, principal fornecedor do soro para o SUS, a aplicação deve ser feita o mais rápido possível. (entenda mais abaixo).
Segundo o pai, houve demora no atendimento e também na identificação da gravidade do caso no Hospital e Maternidade Madre Vannini, em Conchal, local onde o menino recebeu os primeiros socorros.
A Polícia Civil vai abrir inquérito para investigar a suspeita de negligência.
O Hospital Madre Vannini informou que adotou as medidas clínicas compatíveis. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram LEIA TAMBÉM: NEGLIGÊNCIA: Pai vê falha em atendimento ao filho morto após picada de escorpião: ‘Gritava de dor’ ACIDENTE: Menino de 3 anos morre após ser picado por escorpião no interior de SP TEMPORADA DE ESCORPIÕES: Brasil vive alta de óbitos por acidentes; saiba como agir se você for picado Da picada à aplicação do soro Menino de 3 anos morreu após ser picado por escorpião em Conchal (SP) Antonio Bordignon/iNaturalist e Redes Sociais Segundo o tatuador Paulo Mendes, pai de Bernardo, o menino foi picado por volta de 20h quando brincava em uma área da casa deitado em um colchão.
O menino foi levado logo em seguida para o Hospital e Maternidade Madre Vannini.
Durante a triagem, ele disse que o atendente recolheu o escorpião para mostrar à equipe médica.
Já o menino permaneceu por um tempo na sala de espera chorando e reclamando muito de dor.
Segundo o pai, só um médico atendia naquele momento, enquanto outro estava sem pacientes.
Ele diz que uma madre, que são responsáveis pela administração do hospital, percebeu a situação e pediu que o profissional atendesse a criança.
Ainda segundo ele, houve demora também para a aplicação de um soro para dor.
Paulo disse que questionou se o filho receberia o soro escorpiônico, mas foi informado pelo profissional que o medicamento só é aplicado quando há necessidade e que a criança ficaria em observação por seis horas.
Esse tipo de soro não é aplicado no local
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