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Conheça 'Gilda', a garça que criou rotina com dona de pousada e aceita peixe na mão no Lago de Furnas

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Conheça Gilda, garça que criou rotina e come peixe na mão em pousada no Lago de Furnas Às margens do Lago de Furnas, no Sul de Minas, uma cena discreta se repete quase todos os dias em uma pousada no distrito de Pontalete, em Três Pontas.

Sempre por volta das oito da manhã, antes mesmo do movimento da casa começar, uma visitante já está a postos na varanda.

Silenciosa, branca e atenta, a garça ocupa o mesmo lugar e aguarda o café da manhã.

E ela tem nome: Gilda. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram 📺 Até o dia 10 de abril, o g1 Sul de Minas e a EPTV percorrem o Lago de Furnas na expedição especial “Travessia das Águas”, que mostra a dimensão, a importância econômica e as histórias de quem vive da água em torno do maior reservatório de água doce do Sudeste e um dos maiores do Brasil.

Além das reportagens especiais no portal e de conteúdos exibidos nos telejornais da EPTV, é possível acompanhar os bastidores da expedição em um diário de bordo em tempo real. 📹 Acompanhe em tempo real os bastidores da viagem Gilda aparece na varanda todos os dias pela manhã e aguarda alimento no distrito de Pontalete, em Três Pontas João Daniel Alves/EPTV O ritual começou há cerca de três anos, sem intenção ou alarde.

A empresária Margareth Rodrigues da Silva Figueiredo, proprietária da pousada, percebeu a ave pousada no telhado e resolveu oferecer um lambari, peixe comum no lago.

A aproximação foi lenta, até se transformar em hábito.

Hoje, Gilda pousa sobre a mesa da varanda e espera pelo alimento sempre no mesmo horário.

Segundo Margareth, ela aparece quase diariamente e, quando não está por perto, basta ver a empresária para se aproximar. “Ela foi chegando, chegando… até que um dia comeu na minha mão.

Hoje eu abro a porta da varanda cedo e ela já está ali me esperando.

Quando não está, ela me vê e vem”, conta.

Galerias Relacionadas 🐟 Alimentação e confiança No início, duas garças frequentavam o local.

Batizadas de Gilda e Gisele, elas apareciam juntas.

Com o passar do tempo, apenas uma manteve a rotina diária na pousada.

A alimentação também segue um critério claro.

Gilda só aceita peixe pescado no próprio lago.

Em alguns dias, Margareth vai atrás do alimento especialmente para a visita, usando uma vara de bambu.

Em outros, conta com a ajuda de pessoas próximas. “Se vier outra pessoa, ela não chega perto.

Comigo, ela tem confiança”, afirma.

Garça “Gilda” se aproxima e pega peixe na mão da empresária em pousada no Lago de Furnas João Daniel

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