Polícia de Portugal confirma que corpo encontrado em Viseu é de maranhense desaparecida
Polícia de Portugal investiga desaparecimento de maranhense há 20 dias Arquivo Pessoal A Polícia Judiciária de Portugal (PJ) confirmou que o corpo encontrado em fevereiro deste ano, na cidade portuguesa de Viseu, é da maranhense Francisca Maria dos Santos, de 44 anos, que estava desaparecida há oito meses.
A confirmação ocorreu após a PJ receber a comunicação oficial do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, com o resultado do exame de autópsia realizado nos restos mortais localizados no dia 26 de fevereiro deste ano, na localidade de Tabuaço, região onde Francisca morava. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Ainda segundo a polícia portuguesa, após autorização do Ministério Público do Tribunal de Moimenta da Beira, a família poderá dar início aos procedimentos para a realização do velório e do sepultamento.
Ao g1, o irmão de Francisca, Antônio José, confirmou que vai tentar arrecadar recursos para trazer o corpo ao Brasil e realizar o funeral no Maranhão. “Tentaremos fazer fundos para trazer o corpo dela ao Brasil e fazer um funeral digno a ela”, disse o irmão, disse. Últimos registros e desaparecimento Francisca foi vista pela última vez em 20 de junho, nas proximidades da casa onde morava, em Tabuaço, município do distrito de Viseu, local onde os restos mortais foram encontrados.
Próximo ao corpo, segundo informações divulgadas pela imprensa local, estavam chaves e um par de tênis.
A vítima teria saído de casa à noite para jogar o lixo em uma lixeira pública.
De acordo com o irmão, o artista plástico Antônio José, Francisca tinha viagem programada para visitar a família no Maranhão quando desapareceu.
Após o desaparecimento, Antônio viajou para Portugal para acompanhar as investigações.
Ele afirma que buscou informações junto à polícia, mas criticou a demora inicial nas respostas e a condução das primeiras diligências.
Vida em Portugal Segundo o irmão, Francisca informou à família que faria a viagem ao Brasil acompanhada do namorado.
A Polícia Judiciária chegou a realizar buscas na casa do companheiro.
Francisca trabalhava como cozinheira em um restaurante e, segundo a família, estava bem integrada à cidade.
No dia do desaparecimento, a televisão e as luzes da casa ficaram ligadas, o que levantou a suspeita de que ela possa ter saído às pressas.
Natural do povoado Nova Esperança, no município de São Bernardo, no Maranhão, Francisca morava havia cerca de quatro anos em Portugal, na cidade de Tabu
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