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Ministros do STF se mobilizam por Messias; aliados de Alcolumbre veem risco de derrota para Lula

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Ministros do STF se mobilizam por Messias; aliados de Alcolumbre veem risco de derrota Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm atuado nos bastidores para viabilizar a aprovação de Jorge Messias, indicado do presidente Lula (PT) para a vaga aberta com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado.

Somado a isso, interlocutores do Planalto fazem as contas e afirmam que Messias já teria sinal verde de partidos como PSD e MDB.

Para ser nomeado ministro do Supremo, Messias precisa passar uma sabatina no Senado e ter a sua candidatura aprovada em votação no plenário.

Dentro do STF, a avaliação reservada é a de que, apesar de uma ala ligada ao ministro Alexandre de Moraes ter demonstrado preferência inicial por Rodrigo Pacheco (PSB-MG), esse debate foi superado.

Hoje, prevalece entre um grupo de ministros o entendimento de que é melhor aprovar agora um nome indicado por Lula do que correr riscos no cenário pós-eleitoral — especialmente em caso de mudança no comando do Planalto.

Foto de arquivo: o advogado-geral da União, Jorge Messias, faz pronunciamento à imprensa em Brasília em 01/07/2025 WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO A preocupação também passa pelo funcionamento da Corte.

Em meio a uma crise institucional, ministros avaliam que manter uma cadeira vaga fragiliza ainda mais o Supremo.

No Congresso, porém, o ambiente é outro.

Segundo relatos de aliados de Davi Alcolumbre, presidente do Senado (União Brasil-AP), ele conversou com Lula por telefone há cerca de 15 dias, mas evitou assumir compromisso de apoio.

A sinalização foi de neutralidade: o senador não pretende ajudar, mas também não deve atuar para atrapalhar — postura descrita como “lavar as mãos”.

Senado confirma que recebeu indicação presidencial de Messias para vaga no STF A leitura entre esses aliados é de deterioração rápida do cenário político.

A oposição é vista como altamente organizada, com destaque para a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), considerado atualmente um dos principais vetores de mobilização dentro e fora do Congresso.

Nos bastidores, já há discussões entre senadores sobre a possibilidade de impor uma derrota ao governo com potencial impacto eleitoral — movimento que poderia fortalecer o campo oposicionista e projetar Flávio Bolsonaro em um cenário presidencial.

Aliados de Alcolumbre também apontam falhas de coordenação do governo que, na avaliação deles, pode não ter calibrado corretamente o “timing” da indicação.

A decisã

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