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Hospital psquiátrico em Natal suspende novos atendimentos pelo SUS por atraso em repasses

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Complexo Severino Lopes suspende atendimento pelo SUS O Complexo de Saúde Professor Severino Lopes, referência no atendimento em saúde mental no Rio Grande do Norte, suspendeu na manhã desta quinta-feira (2) os atendimentos psiquiátricos para novos pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A decisão, segundo a direção da unidade, ocorre devido ao atraso nos repasses financeiros pela prefeitura de Natal, que não são realizados desde outubro de 2025.

Isso gerou uma ausência de contrato vigente com o Município. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal informou que não recebeu comunicação formal sobre a suspensão dos atendimentos e explicou que o contrato existente não foi renovado em tempo hábil devido a problemas com a documentação da própria entidade contratada. “Já foi instaurado processo com o objetivo de viabilizar a celebração de novo instrumento contratual de natureza similar ao contrato anterior”, informou a nota. (Veja completa, mais abaixo).

Com a suspensão, ficam bloqueados os leitos para novos pacientes, afetando principalmente aqueles que aguardam por internação em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital e de outras regiões do estado.

Atualmente, o hospital destina 120 leitos exclusivamente para o SUS.

Hospital Psiquiátrico Professor Severino Lopes, em Natal Google Street View Para quem já tem familiares sob os cuidados da instituição, o clima é de incerteza.

A empregada doméstica Maria Helena Lima esteve no hospital nesta quinta para uma visita de rotina ao ex-marido, que sofre de esquizofrenia e está internado há dez dias.

Ele foi um dos últimos a conseguir uma vaga antes do bloqueio. “Está se recuperando.

Eu estou vendo evoluindo o tratamento dele.

Em casa, ele não usa os remédios.

E em cas aele eestá tomando direitinho e caso fechar, eu não sei o que vai acontecer aqui, porque ele está se tratando bem aqui”, disse Custo mensal de R$ 500 mil e seis meses de trabalho sem contrato Segundo a direção do Severino Lopes, o custo mensal para manter o funcionamento da unidade gira em torno de R$ 500 mil.

Mesmo sem o contrato formalizado, o hospital manteve as portas abertas por quase seis meses, mas a falta de pagamento começou a impactar diretamente a manutenção das equipes médicas e a escala de profissionais. “Desde outubro então nós estamos trabalhando, mesmo sem ter o contrato renovado, e, portanto, sem ter o pagamento referente aos serviços

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