Família denuncia agressão a aluno após caso de bullying em escola no Tocantins
Agressão aconteceu na última segunda-feira (30) durante o horário de aula em Dianópolis Reprodução/Arquivo pessoal de Hemily Guimarães A família de um jovem, de 14 anos, denunciou à Polícia Civil uma agressão dentro de uma sala de aula no Centro de Ensino Médio Antônio Póvoa, em Dianópolis, no sudeste do estado.
O caso aconteceu na última segunda-feira (30), durante o horário de aula, após uma situação em que o jovem teria sofrido bullying.
Um boletim de ocorrência foi registrado na polícia.
Um exame pericial foi solicitado pela Polícia Civil do Tocantins para identificar os fatos da denúncia — o resultado ainda não foi divulgado.
A família contou que o jovem teria sofrido tapas na cabeça e, em seguida, socos na região do olho, por parte de um colega.
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e questionou sobre o caso, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que acompanha o caso por meio da Superintendência Regional de Educação de Dianópolis e que a equipe multidisciplinar da escola está prestando assistência aos envolvidos para garantir o cumprimento das normas de convivência escolar (veja a nota na íntegra abaixo). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A ficha de atendimento de urgência do hospital local indicou que o jovem apresentava edema, hematoma e lesão com “sangramento ativo” na pálpebra inferior do olho esquerdo.
Devido à gravidade do corte, o adolescente precisou levar quatro pontos no ferimento.
Em entrevista ao g1, a engenheira civil Hemily Guimarães, irmã do adolescente, afirmou que a agressão ocorrida nesta semana não foi um fato isolado.
Segundo ela, o irmão sofre com o comportamento de colegas desde que ingressou na escola. “Meu irmão sofre bullying, não é de hoje, é desde quando ele entrou.
Ano passado, inclusive, foi pior ainda.
Ele foi agredido por três alunos na frente da escola, todos de farda.
Meu irmão foi prejudicado, ficou quase 60 dias sem ir para a escola e reprovou o oitavo ano por conta disso”, explicou.
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