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Gestão Nunes nega pedido da Uber para implementar motos por aplicativo em SP

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Motorista da Uber Moto e o prefeito Ricardo Nunes (MDB), que é contra o serviço na capital paulista.

Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) negou o pedido da Uber para o implementar o serviço de transporte de passageiros por moto de aplicativo na cidade de São Paulo.

A decisão foi tomada pelo Comitê Municipal de Uso Viário (Cmuv) em reunião realizada na terça-feira (31).

Segundo a decisão, obtida pelo g1, a Uber não cumpriu integralmente os requisitos documentais exigidos para operar na cidade, incluindo a apresentação de uma apólice de seguro compatível com todos os valores e proteções definidos pela regulamentação.

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) informou que o pedido da Uber foi analisado tecnicamente e rejeitado uma vez que os documentos apresentados não atenderam às exigências estabelecidas pela legislação.

Em dezembro de 2025, Nunes sancionou a regulamentação dos serviços de mototáxi e motos por aplicativo na capital paulista.

O texto manteve os itens mais polêmicos incluídos no projeto e chamado de “inconstitucionais” pelas empresas de aplicativo, como idade mínima para condutores e proibição de circulação no centro expandido (leia mais abaixo).

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Procurada, a empresa Uber disse que ainda não foi notificada sobre a decisão.

Na quarta-feira (1º), a 99, concorrente da Uber, informou que desistiu de operar o serviço de transporte de passageiros por motocicletas na capital.

A decisão foi comunicada durante reunião com Nunes.

A 99 disse, por telefone, que não tem planos de lançar serviço de mototáxi na cidade de São Paulo.

O foco, no momento, é a “expansão do food e outros serviços”, pontuou a empresa.

Contexto As decisões ocorrem meses após a regulamentação do serviço de transporte por motos na capital paulista, sancionada por Ricardo Nunes em dezembro de 2025.

Na época, empresas como 99 e Uber haviam sinalizado a intenção de retomar o serviço na cidade, mas desistiram após a aprovação das regras, consideradas rígidas pelas plataformas.

A lei municipal estabeleceu uma série de exigências para motociclistas e empresas, incluindo idade mínima de 21 anos para condutores, proibição de circulação no centro expandido (minianel viário), restrições em dias de chuva forte e em vias de trânsito rápido, além da obrigatoriedade de cursos, exames toxicológicos e uso de equipamentos de segurança.

Também foram impostas regras às empresas,

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