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Ouro em neurociência e mentoria de Nobel: quem é a brasileira de 20 anos premiada por artigo sobre biologia quântica

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Quem é a brasileira de 20 anos premiada por artigo sobre biologia quântica Aos 20 anos, Gabriela Frajtag reúne conquistas que vão de ouro em olimpíada de neurociência à participação em programa científico em Israel, sob mentoria de uma vencedora do Nobel.

A jovem foi premiada em concurso internacional de artigos científicos com um texto sobre biologia quântica.

Recém-formada pela Ilum Escola de Ciência, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), ela foi a única brasileira entre os vencedores e agora se prepara para o mestrado na Unicamp. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp A jovem representou o Brasil com o ensaio “The Quantum of Biology: History and Future”, sobre a relação entre física quântica e biologia.

No texto, ela revisita a origem da área, destaca os principais marcos e discute desafios e possíveis aplicações em seres vivos.

Ao todo, 97 pessoas participaram do concurso, incluindo acadêmicos, cientistas e estudantes de diferentes áreas.

Oito foram premiadas e vão dividir cerca de R$ 300 mil.

Os três primeiros recebem 80% do total.

Gabriela recebeu o Prêmio Especial de Graduação, no valor de US$ 3 mil (cerca de R$ 16 mil). “Existe muita força na ciência brasileira.

Eu acho que é importante também mostrar que existem jovens e pesquisadores brasileiros que estão participando de discussões internacionais sobre temas muito novos”, diz.

Gabriela Frajtag, brasileira vencedora do Prêmio Especial de Graduação, da FQxI Gabriela Frajtag/Arquivo pessoal Da curiosidade à ciência A jovem conta que o interesse por ciência e tecnologia surgiu na infância e a levou das olimpíadas escolares a iniciativas no Brasil e no exterior.

Em 2023, após deixar o Rio de Janeiro para estudar em Campinas, Gabriela foi selecionada entre 40 alunos para a Escola de Biologia Quântica, um programa científico internacional de cinco dias, em Paraty (RJ).

Foi lá que soube do concurso e decidiu se inscrever. “Eu pensei que eu poderia escrever um panorama histórico, que é algo que eu adoro.

Eu adoro escrever sobre ciência, adoro ler sobre ciência, adoro principalmente história”, diz Gabriela.

O que começou de forma despretensiosa ganhou força.

Hoje, ela se prepara para o mestrado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Mesmo em áreas majoritariamente masculinas, a paixão pela ciência se manteve. “Quando descobrir aquilo que te move

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