Botão do Pânico protege mulheres com medida protetiva e funciona integrado no Amapá
Botão do pânico protege mulheres com medida protetiva e funciona integrado às tornozeleiras no Amapá.
Polícia Penal/Divulgação O botão do pânico está disponível há três anos em Macapá (AP) e é usado exclusivamente por mulheres que possuem medida protetiva contra violência doméstica.
O recurso é acionado em situações de risco e funciona conectado à tornozeleira eletrônica do agressor, permitindo o monitoramento em tempo real por GPS.
O sistema é operado pela Central de Monitoramento Eletrônico (CME), unidade do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).
Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça Recurso restrito a mulheres com medida protetiva O botão do pânico é um recurso acionado em situações de risco.
Ele é concedido pela polícia exclusivamente a mulheres que possuem medida protetiva contra violência doméstica.
A ativação depende de decisão judicial, após a vítima procurar uma delegacia especializada e solicitar a medida.
Policiais penais acompanham os dados em regime de plantão 24 horas.
A ativação depende de decisão judicial, após a vítima procurar uma delegacia especializada e solicitar a medida protetiva.
Segundo a Polícia Penal do Amapá, atualmente cerca de 900 pessoas estão sendo monitoradas em todo o estado, incluindo casos de violência doméstica e outros crimes.
A maior demanda está em Macapá e Santana.
Dispositivos de proteção preventiva (botão do pânico) Macapá: 70 Santana: 17 Laranjal do Jari: 2 Amapá: 1 Oiapoque: 1 Tornozeleiras vinculadas a medidas protetivas: Macapá: 62 Santana: 26 Laranjal do Jari: 5 Itaubal: 2 Amapá: 1 Calçoene: 1 Mazagão: 1 Oiapoque: 1 Pracuúba: 1 Tartarugalzinho: 1 O sistema garante resposta rápida em casos de violação da medida protetiva.
Quando o agressor se aproxima da vítima, a central detecta a movimentação em tempo real e aciona imediatamente o apoio policial.
LEIA MAIS: Quatro mulheres foram mortas em menos de 15 dias no Amapá: o que se sabe e o que os casos têm em comum Amapá lidera casos de violência sexual contra adolescentes de 13 a 17 anos, aponta pesquisa A policial penal Valdirene Amorim explica que o tempo de resposta é imediato.
Ela acrescenta que, nesses casos, as medidas são tomadas rapidamente. “O botão pode ser acionado quando a vítima se sentir em perigo.
Se o agressor estiver com tornozeleira, os dois dispositivos se conectam e a central detecta a violação em tempo real.
Dependendo da situação, o agressor pode ser recolhido ao Iapen”, disse.
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