Jeep Renegade muda na versão 2027, mas fica devendo em um mercado lotado de SUVs; veja teste
Jeep Renegade fica mais minimalista e ganha sistema híbrido fraco O novo Jeep Renegade chega com mudanças pensadas para conter a queda nas vendas.
O modelo, que já liderou o segmento, perdeu espaço nos últimos anos e hoje ocupa apenas a 11ª posição entre os SUVs.
Duas são as principais novidades: o jipinho adotou um visual mais simples e passou a contar com um motor híbrido leve.
São quatro versões, que vão de R$ 141.990 a R$ 189.490. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O g1 passou uma tarde com o novo Renegade em Itupeva (SP) para avaliar se essas mudanças são suficientes para o modelo reagir no mercado e vender mais do que concorrentes chineses mais caros.
Sobre o visual, a Jeep destaca que o lado externo mudou bastante.
No entanto, fora a parte frontal, é possível confundir o novo Renegade com a geração anterior.
Galerias Relacionadas As mudanças aparecem em detalhes do para-choque e na grade, que se destacam mais durante o dia.
Como grande parte dela é coberta por plástico preto e o fundo também é escuro, à noite fica difícil perceber o que realmente mudou.
Por dentro, as mudanças são mais visíveis e bem-vindas.
A principal delas é a central multimídia, que cresceu duas polegadas e agora tem 10,1 polegadas.
Ainda fica abaixo do tamanho exagerado adotado por marcas chinesas, mas está alinhada ao padrão de concorrentes ocidentais, como o Volkswagen T-Cross, que também usa uma tela de 10,1 polegadas.
Como a tela foi reposicionada para mais perto da linha de visão, ela chama mais atenção e facilita o acesso aos ajustes.
Assim, o motorista consegue operar os comandos com menos necessidade de desviar o olhar da rua.
A elevação da tela também levou o console central a uma posição mais alta.
Antes, ele ficava na altura da canela e agora está próximo do joelho.
A mudança segue uma tendência adotada por marcas chinesas, que dão mais atenção ao apoio de braço e à ergonomia.
Ainda assim, o espaço do porta-objetos poderia ser maior no Renegade.
Para reforçar a proposta minimalista, o Renegade perdeu a alça frontal e passou a ter um painel mais liso.
A decisão acompanha a tendência de reduzir elementos visuais, iniciada pela Tesla e amplamente adotada por marcas chinesas, além de algumas fabricantes ocidentais.
Ainda assim, o conjunto não seguiu o caminho da Chevrolet Captiva, que perdeu a identidade de SUV americano e adotou um interior totalmente chinês.
Se, do ponto de vista da identidade, isso é positivo, na prática dif
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