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Quando os astronautas da Artemis II vão sobrevoar a Lua? Veja o que acontece nos próximos dias da missão

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Vídeo mostra lançamento de foguete da Nasa para a Lua A Artemis II finalmente decolou.

Pela primeira vez desde 1972, quatro humanos estão a caminho da Lua — e os próximos dez dias prometem momentos históricos.

Mas quando exatamente os astronautas vão ver a Lua de perto?

O que acontece entre o lançamento desta última quarta-feira (1º) e o pouso no Pacífico, no dia 10 de abril?

Veja nesta reportagem o passo a passo completo da missão.

Dia 1 - O que aconteceu logo após o lançamento A cápsula Orion saiu do chão às 19h24 (horário de Brasília) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, a bordo do foguete SLS, o mais poderoso já operado pela NASA.

A bordo estão os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

A missão não prevê pouso lunar: o objetivo é testar todos os sistemas da Orion em voo tripulado no espaço profundo antes de uma tentativa de pouso em missão futura. “É o primeiro passo, uma missão de teste.

Nunca houve humanos voando nesse sistema antes”, disse Jared Isaacman, administrador da NASA. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Nos primeiros minutos de voo, o foguete foi descartando componentes em sequência.

Com dois minutos de voo, os propulsores laterais se separaram a 13 quilômetros de altitude.

Com três minutos, o sistema de escape da cápsula foi descartado a 48 km de altura.

Aos oito minutos, já no espaço exterior, o estágio central do foguete se desprendeu a 153 km de altitude e 28.500 km/h.

Três horas e vinte minutos após a decolagem, o estágio superior também se separou — e a cápsula Orion ficou finalmente sozinha em órbita da Terra.

VEJA TAMBÉM: Artemis II: Por que astronautas não vão pousar na Lua?

Entenda Como será a trajetória da missão.

Alberto Corrêa/Arte g1 Dia 2 (2 de abril) A manobra mais importante da fase inicial acontece nesta quinta.

O motor principal da Orion será acionado para a chamada injeção transluna — uma queima que tirará a nave da órbita terrestre e a colocará em rota definitiva para a Lua. É uma virada sem volta: a partir desse momento, a gravidade da Terra e da Lua guiará a cápsula em uma trajetória de retorno livre, ou seja, mesmo que os motores falhem depois, a nave voltará para casa naturalmente. “A queima que nos leva à Lua é também a nossa queima de reentrada”, explicou a astronauta Christina Koch. “Antes mesmo de partirmos, já estamos reentrado — e reconhecer isso exige que toda a equipe esteja pronta para

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