Gladson Camelí faz balanço da gestão após renúncia ao governo do Acre
Gladson Camelí deixa cargo para disputar uma vaga no senado Diego Gurgel/Secom O governador do Acre, Gladson Camelí (PP), fez um balanço da gestão e destacou projetos e obras executadas ao longo de mais de sete anos à frente do Estado, bem como respondeu a acusações de corrupção.
Ele renunciou nesta quinta-feira (2) para disputar uma vaga no Senado nas Eleições 2026.
Com a abdicação do cargo, a vice-governadora Mailza Assis (PP) assume o governo do Acre.
A transição, segundo o Executivo estadual, ocorre de forma a garantir a continuidade administrativa e a manutenção de programas e políticas públicas em andamento. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp ➡️A saída atende à regra da desincompatibilização eleitoral, exigida para quem ocupa cargo público e pretende concorrer a um mandato eletivo. “Sei que tem muita coisa a fazer ainda e a corrigir, mas sou muito grato a todos servidores do Acre, não falo apenas de secretários, mas também de quem aquela pessoa que serve o café, de quem trabalha em uma empresa terceirizada.
Sou muito grato a todos”, refletiu em entrevista à Rede Amazônica Acre e ao g1.
Camelí deixa o cargo depois de uma administração com investimentos em obras de grande porte, bem como polêmicas em torno da Operação Ptolomeu e da crise no sistema penitenciário acreano.
Nesta reportagem, você vai conferir: Investimentos na Educação e programas sociais Crise no Sistema Penitenciário Operação Ptolomeu Polêmica sobre carteira de piloto Perfil do gestor Julgamento do governador Gladson Camelí é adiado após determinação de ministro do STF Educação e projetos sociais Cameli pontuou que um dos marcos do segundo mandato foi a abertura do concurso público na Educação com 3 mil vagas e que contou com investimento de R$ 220 milhões. “A Educação evoluiu muito.
Tentamos dar uma condição aos nossos alunos semelhante aos estudantes de uma escola particular”, frisou.
Outro destaque citado pelo governador foi a criação do Programa Auxílio do Bem, que concedeu R$ 150 a famílias acreanas em vulnerabilidade social durante a pandemia de Covid-19 e que foi estendido para ajudar os moradores durante a enchente. “Na época da pandemia tivemos também crise de imigração, enchente, dengue, leptospirose e conseguimos dar um atendimento às pessoas.
Conseguimos nosso objetivo, implementamos o comitê da Covid para dar assistência às prefeituras”, relembrou.
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