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VÍDEO: Mercearia onde dona reagiu a assalto já foi alvo de crimes outras vezes em MG

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Dona de mercearia reage e bate na mão de assaltante durante roubo em MG A mercearia em Bom Despacho, no Centro-Oeste de Minas Gerais, onde a dona reagiu a um assalto e bateu na mão de um dos criminosos já foi alvo de outros roubos ao longo dos anos.

O caso mais recente, ocorrido nesta segunda-feira (30), ganhou repercussão após imagens mostrarem a reação da comerciante durante a ação.

Veja acima.

Segundo Meire Mota, proprietária do estabelecimento, esta foi a terceira vez que o comércio da família, foi alvo de criminosos. “Já é a terceira vez.

Uma vez, quando eu estava grávida, meu irmão chegou a levar um tiro no braço durante um assalto, há cerca de cinco anos, quando a gente estava abrindo a mercearia de manhã cedo”, relembrou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp O comércio funciona há mais de 50 anos no mesmo endereço, na rua do Rosário, e é administrado por membros da mesma família.

Apesar do prejuízo financeiro, Meire afirma que o maior impacto é emocional. “A gente até recupera rápido, mas fica o trauma.

Quando vai chegando a noite, dá receio.

A gente pede a Deus proteção”, disse.

Meire conta que durante o assalto mais recente um dos familiares ainda tentou reagir e chegou a arremessar garrafas de cerveja contra os criminosos, que fugiram em seguida.

Bandidos roubam mercearia e dona bate na mão do assaltante em Bom Despacho Reprodução/Redes Sociais Último assalto O crime registrado na segunda, aconteceu por volta das 18h58.

Segundo a comerciante Meire Mota, dois homens com os rostos cobertos invadiram o local e anunciaram o assalto.

No momento da ação, ela estava no caixa, mas no estabelecimento também estavam o irmão e o cunhado dela.

De acordo com Meire, um dos suspeitos já sabia onde ficava o dinheiro e foi direto até a gaveta, tentando pegar a maior quantia possível.

Nesse instante ela reagiu e bateu na mão dele com o celular dela. “Se ele tivesse armado, podia ter me matado.

Nem pensei na hora.

Sei que não pode reagir, mas foi impulso.

Na hora só pensei em tentar impedir e também comecei a gritar ‘socorro, ladrão, assalto’, e foi aparecendo gente na rua”, contou.

Apesar da atitude, a comerciante reconhece o risco. “Não é o certo, né?

A gente sabe disso.

Foi coisa do momento mesmo”, completou.

Os criminosos conseguiram levar cerca de R$ 1.300.

Acionada, a Polícia Militar (PM) encontrou objetos usados na ação, como peças de roupa e uma touca do tipo “ninja”.

Um dos suspeitos, de 34 anos,

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