VÍDEO: Homem grava boipeva tentando engolir sapo-cururu enorme
Homem grava boipeva tentando engolir sapo-cururu enorme Um visitante registrou uma cena curiosa da natureza enquanto caminhava pelas trilhas das cachoeiras do Eco Parque Coração da Canastra, em Capitólio (MG): uma serpente tentava engolir um sapo-cururu muito maior que ela. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp O flagrante foi feito por Jonathan Rodrigues de Souza, que enviou o vídeo à equipe do Terra da Gente.
Segundo ele, o encontro inesperado chamou atenção pela dificuldade da serpente em conseguir engolir o anfíbio, que parecia grande demais em comparação com o tamanho da cobra.
Jonathan conta que experiências como essa o fazem prestar ainda mais atenção aos acontecimentos da natureza. “Jamais imaginei ver uma cena tão fascinante, nunca havia presenciado algo assim na vida.
Foi realmente fantástico.” Boipeva tentando engolir sapo cururu Jonathan Rodrigues de Souza VIU ISSO?
Filhote da jiboia mais rara do mundo é encontrado vivo pela 1ª vez em SP Novo fungo ‘zumbi’ que controla aranhas é descoberto em Minas Gerais Pedra de azul ‘impossível’ nasceu no sertão e pode valer mais que diamante Ele afirma que não acompanhou o desfecho da tentativa de predação.
Como a cobra enfrentava dificuldade para engolir o sapo, o processo poderia levar bastante tempo.
Por isso, o visitante decidiu seguir seu passeio sem saber o final da história.
Em um primeiro momento, ele relata que ficou com o coração apertado ao ver a situação do sapo.
Depois, porém, reconheceu que se trata de um processo natural da vida na natureza.
Defesa do sapo Sapo cururu na natureza rafaelduarte/ iNaturalist A serpente registrada no vídeo é uma boipeva (Xenodon merremii), espécie frequentemente confundida com jararacas por causa da coloração, mas que não possui veneno.
Já o sapo-cururu (Rhinella sp.) conta com mecanismos de defesa bem conhecidos.
Um deles é inflar o corpo com ar quando atacado por predadores.
Isso faz com que o animal pareça maior e dificulta sua ingestão.
Serpente conhecida como boipeva hhulsberg/ iNaturalist Além disso, ao inflar o corpo, o sapo expõe as glândulas parotoides, localizadas na região das costas, que produzem substâncias tóxicas.
Segundo a herpetóloga Karina Banci, do Instituto Butantan, esse comportamento pode dificultar o ataque do predador. “Quando os sapos estão ‘inflados’, como se fossem um balão cheio de ar, o predador poderia se sentir intimidado pelo tamanho da presa e pela dificuldade de deglutição e manipulação.” Ela expl
原文链接: G1
