Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão
Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam no presente clássico Dar flores é um gesto clássico em datas especiais, mas alguns empreendedores brasileiros estão provando que o buquê pode ir muito além do tradicional.
Em três cidades do país, negócios inovadores reinventaram esse presente com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing.
Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar.
Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.
Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis.
Apesar das diferenças, todos têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.
Flores que viraram confeitaria artística 💐 Buquês criativos rendem até R$ 1,4 milhão a empreendedores Reprodução/PEGN Na capital paulista, a empreendedora Rossana Schrappe transformou a delicadeza das flores em uma forma de arte comestível.
No ateliê, ela cria buquês feitos de açúcar, modelados manualmente para imitar flores naturais. “Quem é que não gosta de uma flor?
Agora, quando a pessoa descobre que ela é feita de açúcar, fica encantada.
Tem o apelo visual e também o da doçura”, diz a empreendedora.
O negócio começou quando Rossana decidiu buscar uma nova atividade profissional e fez cursos de bolos decorados.
A habilidade manual e o interesse pela estética das flores acabaram definindo o caminho do empreendimento.
A ideia do buquê surgiu quase por acaso, quando uma amiga pediu um presente diferente para alguém hospitalizado.
Rossana criou então o primeiro arranjo de flores de açúcar — e percebeu o potencial do produto.
Com investimento inicial de cerca de R$ 200 mil, ela abriu um ateliê especializado em bolos decorados e buquês artísticos.
As peças são feitas com açúcar impalpável e outros ingredientes que garantem resistência e acabamento delicado.
Os buquês podem custar a partir de R$ 2 mil, já que cada flor é feita manualmente e exige horas de trabalho e estudo botânico para reproduzir cores e formatos com fidelidade. “Eu virei uma espécie de botânica.
Estudo flores, desmonto pétalas, observo cores.
Meu diferencial é a delicadeza e a similaridade com a flor natural”, afirma.
O negócio que apostou em buquês gigantes 🌹 Buquês criativos rendem até R$ 1,4 milhão a empreendedores Reprodução/PEGN Em Brasília, a estratégia foi oposta: em vez da delicadeza minuciosa, a aposta foi no impacto visual.
Os empreendedores Camilla Cauhi e Matheus Fonseca criaram uma flor
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