Governo Trump pede investigação sobre eutanásia de jovem de 25 anos e critica Espanha por 'falhas nos direitos humanos', diz jornal
Entenda o caso da espanhola de 25 anos que conseguiu autorização para eutanásia O governo Trump pediu investigação sobre a eutanásia de Noelia Castillo, jovem de 25 anos que morreu na quinta-feira (26) após conquistar o direito à eutanásia judicialmente, segundo o jornal americano “The New York Post”. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Disputa com o pai, decisões judiciais e anos de processo: o caminho até a eutanásia de jovem de 25 anos Um telegrama diplomático vazado, obtido pelo The Post, mostra que o Departamento de Estado instruiu a Embaixada dos EUA em Madri, nesta terça-feira (31), a apurar detalhes sobre a atuação das autoridades espanholas em relação ao caso.
Castillo vivia com paraplegia e dor crônica desde 2022, após uma queda de grande altura, e apresentava um quadro de sofrimento físico e psicológico considerado grave por especialistas, após ser vítima de episódios de violência, incluindo um estupro coletivo.
Os funcionários da embaixada dos EUA também foram instruídos a transmitir ao governo espanhol, até sexta-feira (3), as “sérias preocupações” do governo Trump com as “inúmeras falhas sistêmicas em direitos humanos” que levaram a jovem a buscar o suicídio assistido e permitiram que o ato terminal fosse realizado mesmo depois de ela supostamente ter “expressado hesitação” em seus momentos finais. “Estamos profundamente preocupados com as alegações de que a Sra.
Castillo foi repetidamente agredida sexualmente enquanto estava sob os cuidados do Estado e que nenhum dos perpetradores foi levado à Justiça.
Também estamos cientes de relatos de que a Sra.
Castillo expressou hesitação em se submeter à eutanásia em seus momentos finais, mas que essas indicações foram ignoradas.
Este caso levanta sérias preocupações sobre a aplicação da lei de eutanásia na Espanha, particularmente em casos que envolvem condições psiquiátricas e sofrimento não terminal”, diz o documento, segundo o The Post.
De acordo com o jornal, o Departamento de Estado também disse acreditar que as leis de imigração frouxas da Espanha podem ser a causa dos ataques sexuais, e solicitou à embaixada dos EUA que trabalhe com as autoridades espanholas para obter informações sobre os estupradores de Castillo, incluindo seu status migratório. “Estamos investigando alegações de que a agressão sexual contra a Sra.
Castillo foi perpetrada por indivíduos com histórico de migração.
A migração em massa e ilegal é uma questão de direitos humanos, e a facilitação
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