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Caso Ana Beatriz: mãe de bebê é solta e responderá pela morte da filha em liberdade, diz defesa

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Ana Beatriz e a mãe Eduarda de Oliveira Divulgação A mãe da bebê Ana Beatriz Silva de Oliveira, morta com apenas 15 dias de vida em Novo Lino, no interior de Alagoas, foi solta na última sexta-feira (27) e irá responder pela morte da filha em liberdade.

A recém-nascida morreu asfixiada.

A mulher foi presa em abril de 2025 e, incialmente, precisou ficar afastada das outras detentas.

A informação foi confirmada ao g1 nesta quarta-feira (1º) por um dos advogados que faz a defesa de Eduarda Silva de Oliveira.

A Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) também confirmou a soltura.

O g1 também entrou em contato com o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), para entender a decisão, mas a reportagem foi informada que, como o processo corre em segredo de justiça, as informações não podem ser repassadas.

Em maio de 2025, Eduarda de Oliveira, com 22 anos à época, foi indiciada pela Polícia Civil pela morte da bebê.

Ela confessou o assassinato da filha e responde pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime.

O caso mobilizou as forças de segurança de Alagoas e Pernambuco e ganhou repercussão nacional após a mãe relatar inicialmente o suposto sequestro da criança.

Dias depois, a bebê foi encontrada morta dentro de um armário no quintal da casa da família, no município de Novo Lino.

LEIA TAMBÉM: Defesa da mãe que confessou que matou bebê asfixiada em AL tenta comprovar depressão pós-parto Mãe de Ana Beatriz é indiciada pela morte de bebê no interior de AL; corpo pode ter sido refrigerado Falso sequestro e versões diferentes Em 11 de abril de 2025, Eduarda de Oliveira procurou a polícia para denunciar que a filha havia sido sequestrada por três homens e uma mulher, enquanto as duas estavam em um ponto de ônibus no povoado Novo Eusébio.

Ana Beatriz era a filha caçula do casal Eduarda Silva de Oliveira e Jaelson da Silva Souza.

Eles têm outro filho.

Quando a menina nasceu, Jaelson estava viajando a trabalho e, por isso, só chegou a ver a filha por vídeo e foto.

Um suspeito chegou a ser preso, e o carro dele foi apreendido por suspeita de envolvimento no suposto crime.

Ele e o veículo foram liberados após o assassinato ser elucidado.

Em 14 de abril do mesmo ano, os delegados responsáveis pelas investigações informaram que Eduarda de Oliveira chegou a apresentar cinco versões diferentes, incluindo o sequestro no ponto de ônibus e outra versão na qual afirmou que teve a casa invadida e foi vít

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