Família de estudante morto após passar mal em acampamento pede novos laudos à polícia
Família pede apuração sobre causa da morte de adolescente em acampamento A família do estudante Eduardo Fukumasu Dias ainda busca respostas em Ribeirão Preto (SP) seis meses após o adolescente passar mal em um acampamento durante uma viagem de formatura e morrer.
O laudo médico feito em setembro de 2025 apontou que a causa da morte foi coagulação intravascular disseminada.
Isso acontece quando o excesso de coágulos prejudica a circulação do sangue pelo corpo.
A psicóloga Vivian Fukumasu da Cunha, tia de Eduardo, diz que a família pediu novos exames para detectar o que causou o quadro. “Os laudos não dizem para a gente o que levou a essa coagulação, se houve alguma coisa externa a ele ou interna dele que pudesse ter provocado tudo isso.
No hospital, na UTI, os médicos eram taxativos em dizer que alguma coisa recente aconteceu com ele”, afirma Vivian.
Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O estudante Eduardo Fukumasu Dias morreu após passar mal em acampamento de formatura Redes sociais O caso é investigado como morte suspeita pela Polícia Civil.
O que aconteceu Eduardo viajou com a turma do 9º ano para um acampamento em Sapucaí-Mirim (MG) para comemorar a formatura no dia 10 de setembro do ano passado.
No primeiro dia da viagem, o estudante apresentou mal-estar, ânsia de vômito, dores de cabeça e desorientação.
Na época, a escola disse que ele não quis voltar para Ribeirão Preto.
A mãe foi avisada sobre a situação.
O adolescente foi atendido em um hospital em São Bento do Sapucaí (MG), recebeu soro, mas o quadro não melhorou.
A mãe viajou até MG e encaminhou Eduardo para um hospital particular em Ribeirão Preto.
Ele já chegou inconsciente e, por isso, precisou ser intubado e ainda passou por sessões de diálise.
LEIA TAMBÉM: O que se sabe sobre morte de adolescente que passou mal em acampamento Quem era o adolescente que morreu após passar mal em acampamento Atendimento prestado a Eduardo Fukumasu Dias na enfermaria de acampamento em MG Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV Segundo a família, os médicos realizaram uma série de exames para descartar hipóteses de doenças graves, como meningite, AVC ou derrame, mas nenhuma delas foi confirmada. “Os médicos reviraram o Dudu de ponta cabeça, eles acreditavam que era uma intoxicação exógena a partir do que não se tinha elementos para definir.
Ou seja, o que se entende é que ele teve contato com alguma coisa que provocou toda essa desregulação metabólica que levou a ter uma coagulação in
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