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'Como eu poderia estar morto?': homem relata surpresa após descobrir erro no SUS em SP

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Comerciante tenta retirar medicamento em farmácia em SP e descobre que está morto O comerciante Guelfo de Favari Júnior, de 62 anos, se surpreendeu com a descoberta de que ‘está morto’ desde 2024 no Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CadSUS).

Júnior se deparou com a situação na última quarta-feira (25) ao tentar pegar medicamentos pelo programa Farmácia Popular, em Ribeirão Preto (SP). “Como eu poderia estar morto? (…) É constrangedor, eu estou passando por cuidados médicos, para não passar tanto constrangimento.

E está acontecendo isso aí”, diz.

A confusão começou em dezembro de 2024, quando o pai dele, Guelfo de Favari, morreu e ele foi o responsável por registrar o óbito.

O comerciante procurou os órgãos competentes e deu baixa no cadastro do pai.

Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O comerciante Guelfo de Favari Júnior descobriu que está morto no SUS após tentar retirar medicamentos no Farmácia Popular em Ribeirão Preto, SP Marcelo Moraes/EPTV Durante todo o ano de 2025, Júnior continuou comprando os remédios que precisava e, até então, não tinha ideia do que havia acontecido. “Ele [o pai] faleceu no dia 4 de dezembro de 2024 e eu entrei com a documentação do óbito no cartório dia 16.

No dia 15, eles me cortaram, trocaram tudo.

Ninguém sabe explicar o que está acontecendo.

Se fui eu que pedi a certidão de óbito dele, que fui até o cartório.” Descoberta na farmácia Júnior tem arritmia e pressão alta.

Ao precisar fazer tratamento contínuo com medicamentos retirados na Farmácia Popular, foi a uma farmácia na quarta-feira e recebeu a informação de que o cadastro no SUS estava desativado por motivo de falecimento. “Cheguei na farmácia e na hora que me disseram isso.

Falei ‘olha está tendo um engano, porque o nome dele [pai] é o mesmo que o meu, o meu só vem Júnior no final’.

O que aconteceu é que uma pessoa baixou meu nome nessa data, só que eu estava dando o óbito do meu pai.

Aí me deram como morto”.

Print mostra mensagem do CPF cancelado no SUS após comerciante tentar pegar medicamentos pelo Farmácia Popular em Ribeirão Preto, SP, SP Marcelo Moraes/EPTV Na tela do computador da farmácia a justificativa para a autorização recusada constava que “o CPF informado está cancelado por óbito no Cartão Nacional da Saúde”. ‘Viúva de marido vivo’ A comerciante Sandra Valéria Souza, esposa dele, relembra o susto ao saber do próprio marido que ele constava como morto no SUS. “Chega a ser engraçado isso, porque s

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