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Equipe resgata ossos de baleia de 14 metros e prepara coleção científica no Amapá

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Equipe resgata ossos de baleia de 14 metros e prepara coleção científica no Amapá Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) participaram do resgate dos ossos de uma baleia-de-bryde (Balaenoptera brydei) que encalhou no final de julho de 2025, na Ilha da Viçosa, em Chaves (PA), distante 4 horas de barco de Macapá (AP).

O animal que era um macho de 14 metros, foi descarnado em agosto do mesmo ano, e desde então a operação de retirada estava sendo planejada ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp A ação começou na quarta-feira (25) e terminou no domingo (29).

O trabalho envolveu logística complexa, com transporte de estruturas pesadas como o crânio e a mandíbula, além da colaboração de moradores locais.

Após os processos, material deve passar por uma limpeza e em seguida será incorporado à coleção osteológica do Iepa.

A equipe estuda a possibilidade de montar o esqueleto da baleia para fins científicos e educativos.

Galerias Relacionadas Ação de resgate O barqueiro Alcindo Farias, conhecido como Chinoá, foi responsável por desenterrar parte dos ossos e ajudar no deslocamento até Macapá, onde o material será estudado.

O acesso ao local exigiu planejamento cuidadoso.

O biólogo e piloto de barco José Roberto Pantoja explicou que a profundidade do canal é muito baixa, o que limita o tempo de entrada e saída das embarcações. “A gente tem um tempo bastante curto para entrar no canal e sair.

A profundidade chega a apenas 50 cm, o que limita o transporte de materiais.

Se perder o horário, só é possível voltar no dia seguinte”, explicou.

José Roberto Pantoja, biólogo e piloto de barco esteve na missão de resgate dos ossos.

José Eduardo Lima/PCMC/AP Além das dificuldades de navegação, o trabalho de escavação também foi intenso.

Segundo Alcindo, a equipe era pequena e precisou lidar com ossos frágeis, que exigiam cuidado redobrado. “Foi um trabalho pesado, com equipe reduzida.

Os ossos estavam frágeis e exigiram cuidado redobrado.

Ainda bem que não choveu, conseguimos retirar todos, afirmou Chinoá.

Alcindo Farias, conhecido como Chinoá, participou da ação em Viçosa.

José Eduardo Lima/PCMC/AP Entre as estruturas resgatadas, o destaque foi o crânio da baleia, que mede cerca de 3 metros de comprimento.

O tamanho impressiona e reforça a importância científica do material.

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