Governador do TO anuncia concurso da Polícia Civil com 452 vagas e salários de até R$ 21 mil
O governador fez o anúncio em suas redes sociais na noite desta segunda-feira (30) Reprodução/Instagram de Wanderlei Barbosa O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), anunciou nesta segunda-feira (30), por meio das redes sociais, a autorização para a realização do concurso público da Polícia Civil do Tocantins.
O certame contará com 452 vagas, com salários de até R$ 21.901,70 (veja detalhes abaixo).
O anúncio foi feito ao lado do secretário de Segurança Pública, Bruno Azevedo, e do secretário da Administração (Secad), Paulo César Benfica.
Segundo o governador, o edital deve ser publicado ainda nesta semana. “Atenção, atenção, concurseiros e concurseiras de todo o Brasil, especialmente do Tocantins.
Mais um concurso será preparado agora”, afirmou no vídeo divulgado nas redes sociais.
O secretário de Segurança Pública detalhou as áreas contempladas no edital. “Os cargos são de oficial investigador de polícia, perito oficial e delegado de polícia”, explicou Bruno Azevedo.
O último concurso da corporação foi realizado em 2014.
O novo certame visa recompor o efetivo para ampliar a capacidade de investigação no estado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Os salários iniciais para cada cargo serão: delegado de polícia: R$ 21.901,70; perito oficial: R$ 17.694,68; e oficial investigador de polícia: R$ 7.917,97.
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Em 2024, o governador Wanderlei Barbosa chegou a anunciar 381 vagas e prometeu que as provas seriam aplicadas até março de 2025, o que não se concretizou.
Além disso, a realização de concursos para as polícias Civil e Penal foi incluída como prioridade na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026.
A pressão por um novo concurso aumentou após o Ministério Público do Tocantins (MPTO) apontar que o estado enfrenta um déficit de 1.272 servidores na Polícia Civil.
O órgão classificou a situação como um “colapso investigativo”, destacando que delegacias em municípios como Abreulândia e Marianópolis chegaram a ser fechadas por falta de policiais.
Em
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