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Dólar abre de olho na guerra no Irã e em dados de emprego no Brasil e nos EUA

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (31) de olho no cenário interno e externo.

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No cenário internacional, a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que aceitaria encerrar a guerra no Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado, segundo o jornal The Wall Street Journal, ajudou a impulsionar os preços do petróleo e trouxe algum alívio às bolsas globais.

Apesar disso, a tensão continua na região.

O Irã atacou um petroleiro próximo a Dubai nesta terça-feira, mesmo após Trump ter afirmado que os EUA poderiam destruir usinas de energia iranianas caso o país não avance em um acordo de paz. ▶️ Com esse cenário, os preços do petróleo operam em alta.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent subia 2,8%, a US$ 116, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 1,4%, a US$ 104,34. ▶️ Ainda nos EUA, investidores aguardam a divulgação do relatório JOLTS, que traz o número de vagas de trabalho abertas no país.

A expectativa é de que o indicador mostre cerca de 6,9 milhões de postos disponíveis em fevereiro.

Também ao longo do dia, o país divulgará dados sobre os estoques de petróleo. ▶️ No Brasil, a agenda inclui os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A expectativa do mercado é de que tenham sido criadas cerca de 270 mil novas vagas formais de trabalho em fevereiro.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,12%; Acumulado do mês: +2,21%; Acumulado do ano: -4,39%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +0,53%; Acumulado do mês: -3,32%; Acumulado do ano: +13,27%.

Petróleo perto dos US$ 115 Em mais um dia de alta do petróleo no mercado internacional, o receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

Os investidores acompanham sinais contraditórios sobre o rumo do conflito.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira.

Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio glo

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