Com histórico de violência doméstica, morte de mulher em Piumhi é investigada pela Polícia Civil
Elen Cristina Teixeira de carvalho encontrada morta em Piunhi Reprodução/Redes Sociais A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar a morte de Elen Cristina Teixeira Carvalho, de 31 anos, registrada no dia 25 de março, em Piumhi.
Segundo o boletim de ocorrência, o companheiro, de 33 anos, acionou o resgate alegando uma crise convulsiva, mas a vítima já chegou sem vida ao hospital.
O médico identificou sinais de violência, e a certidão de óbito aponta asfixia mecânica como causa da morte.
O companheiro de Elen chegou a ser detido, mas foi solto logo depois.
O g1 solicitou mais detalhes da prisão e aguarda retorno. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Ainda segundo a Polícia Civil, assim que tomou conhecimento do caso, equipes iniciaram os primeiros levantamentos e acionaram a perícia oficial para realizar os trabalhos no local onde a vítima foi encontrada.
A análise inicial deve ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.
LEIA TAMBÉM: Quem era a mulher encontrada morta dentro de casa?
O corpo da mulher foi encaminhado ao Posto Médico-Legal (IML), onde passou por exames de necropsia.
Os laudos periciais são considerados fundamentais para apontar a real causa da morte.
As investigações seguem em andamento e que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do inquérito, respeitando o sigilo necessário para a apuração completa do caso.
Quem era Elen?
Elen morava com o companheiro há cerca de três anos.
Segundo a tia da vítima, Sueli Teixeira, o casal morou em Belo Horizonte, depois se mudou para Divinópolis e por fim, para Piumhi.
Elen deixou dois filhos, uma menina de 10 anos, com quem morava, e um adolescente de 13, que vive com o pai.
Na casa moravam ela, a filha de 10 anos, e o companheiro.
A tia, que a considerava Elen como filha, relatou como ela era cuidadosa com a menina. “Ela era uma mãe muito dedicada, muito mesmo.
A menina andava sempre arrumadinha, de trancinha, com lacinho.
Todo mundo comentava o cuidado que ela tinha”, contou.
Segundo a a tia, apesar das dificuldades financeiras, Elen sempre buscou formas de sustentar a casa.
Em Belo Horizonte, ela trabalhou com serviços informais.
Já em Piumhi, a situação mudou.
De acordo com a tia, Elen não trabalhava formalmente porque o companheiro não permitia. “Ela não trabalhava porque ele não deixava.
Começou a cuidar de crianças vizinhas para ajudar, para ter alguma renda”, relatou Sueli.
Rotina dedicada á filha Elen vivi
原文链接: G1
